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quarta-feira, 15 de abril de 2020

Funcionários de bancos, farmácias, lotéricas e supermercados vão ter de usar máscaras, diz MPCE


Os estabelecimentos comerciais que prestam serviços essenciais à população do estado do Ceará vão ter de adotar medidas para prevenir a propagação do novo coronavírus. Empregados de farmácias, supermercados, bancos e lotéricas deverão utilizar máscaras cirúrgicas ou de fabricação caseira. A medida foi recomendada na quinta-feira (9) pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) por meio do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), mas divulgada somente nesta segunda-feira (13).

Além de evitar a transmissão comunitária da Covid-19, a medida tem por objetivo resguardar a saúde dos colaboradores e dos consumidores.

Além do uso das máscaras, os locais também devem exibir cartazes promovendo a lavagem das mãos, assegurando que colaboradores e clientes tenham acesso a locais onde possam higienizar as mãos com água e sabão.

O Decon requisitou informações sobre as providências adotadas pelos estabelecimentos recomendados em até 24 horas, advertindo que o descumprimento da legislação acarretará responsabilidade civil, administrativa e penal.

Os estabelecimentos e serviços devem também:

* Verificar, regularmente, se os locais de trabalho estão limpos e higiênicos;

* limpar mesas, balcões, telefones e teclados com desinfetante;

* Colocar dispensadores para higienização das mãos em locais destacados no ambiente de trabalho

Com informações G1

São Paulo tem 14 mortes de servidores da saúde por suspeita de Covid-19


Ao menos 14 funcionários do sistema de saúde municipal de São Paulo morreram sob suspeita de coronavírus, contabiliza a categoria. O número foi informado pelo Sindsep (Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo).

Os dados incluem seis técnicos em enfermagem, três médicos, agentes de saúde e também funcionários terceirizados dos hospitais.

O sindicato diz que a falta de equipamentos básicos para os funcionários contribui com o número. "A situação extremamente grave mostra a incapacidade de proteger os profissionais do setor público da saúde (servidores, trabalhadores das organizações sociais da saúde e terceirizados) por parte dos governantes", afirma o Sindsep.

Com informações Notícias ao Minuto via Folhapress

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