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sábado, 11 de abril de 2020

Bolsonaro diz esperar retorno das atividades no máximo em 4 meses


Em transmissão de vídeo na sua página no Facebook, o presidente Jair Bolsonaro disse que o Brasil só tem condições de manter medidas econômicas de combate à crise provocada pela Covid-19 por até três ou quatro meses. Além disso, disse esperar "em breve, que seja publicado estudo emergencial dando muita força para uso da cloroquina" e reforçou que o uso do medicamento não pode ser politizado.

Segundo o presidente, o governo federal já investiu mais de R$ 600 bilhões para minimizar os impactos da crise. "Já ultrapassou os R$ 600 bilhões. É isso que o governo está fazendo: tinha uma ponte que deu uma enchente e arrastou a ponte, estamos agora reconstruindo virtualmente a ponte, mas temos um limite: mais de três ou quatro meses fica complicado", falou Bolsonaro, que disse esperar que "as atividades voltem antes" deste período. "Por mim, quem não tem medo de quarentena já deveria estar trabalhando", defendeu.

De acordo com o presidente da República, alguns governadores e prefeitos já estão com planos de começar a flexibilizar as ações de restrição no combate ao coronavírus. Um dos políticos que deve fazer isso logo, segundo Bolsonaro, é o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que esteve reunido hoje com o presidente. Segundo Bolsonaro, "ao que tudo indica, (o remédio) tem salvado vidas".

"Conversei com o doutor (Roberto) Kalil que confessou, falou, que usou a cloroquina, diferentemente daquele outro cara ligado ao governador", disse Bolsonaro citando o episódio do médico infectologista e coordenador do Centro de Contingência do Estado de São Paulo contra a Covid-19, David Uip, que preferiu não comentar se havia feito uso do remédio durante tratamento contra a doença. Bolsonaro, no entanto, não mencionou o nome de Uip.

Ontem, Uip pediu ao presidente que ele respeite seu direito enquanto paciente de não revelar o que usou durante seu tratamento, afirmando que respeitou Bolsonaro quando ele preferiu não mostrar os resultados de seus exames para covid-19.

Com informações Estadão Conteúdo

IGUATU: MÉDICA É A 3ª VÍTIMA FATAL DO COVID-19 NO MUNICÍPIO


Faleceu nesta sexta-feira (10) na cidade de Iguatu, a médica Lúcia Dantas Abrantes, que estava internada há 15 dias na UTI do hospital São Camilo.

De acordo com o site da rádio Mais FM de Iguatu, a médica estava internada naquela unidade hospitalar em tratamento, pois estava com suspeita de ter contraído o covid-19. Além dela, um filho da mesma também está internado com suspeita da doença no mesmo hospital.

O site também informa que de acordo com o seu irmão, advogado Johnson Abrantes, ela havia sido diagnosticada com o coronavírus e ainda nesta sexta-feira havia pedido orações em suas redes sociais pela médica Dr. Lúcia.

Dra. Lúcia Abrantes, recentemente atendia no PSF do Gadelha.

Esta já é a 3ª morte pelo covid-19 no município de Iguatu. Todas elas do sexo feminino.

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