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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Lei proíbe copos e talheres de plástico na capital paulista



A legislação entra em vigor em 1º de janeiro de 2021

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, sancionou hoje (13), a lei que proíbe o fornecimento de copos, pratos e talheres de plástico na cidade. Com a proibição, os itens devem não só deixar de ser oferecidos por bares e restaurantes, como também não estarão mais disponíveis no comércio e em supermercados para uso doméstico. A legislação entra em vigor em 1º de janeiro de 2021.

Ainda neste mês, a prefeitura deve regulamentar a lei aprovada em junho do ano passado que proíbe o fornecimento de canudos plásticos na capital paulista. A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) também aprovou uma legislação semelhante abrangendo todo o estado.

O vereador Xexeu Tripoli (PV), autor do projeto de lei sancionado hoje, disse que 16% do lixo gerado pelo município é de plástico em diversas formas. Na justificativa da proposta, o vereador defendeu que os copos e talheres descartáveis sejam substituídos por itens de material biodegradável ou reutilizável.

Covas disse que antes mesmo da regulamentação a proibição dos canudos plásticos já tem gerado impactos positivos na cidade. “Ainda sem mesmo a regulamentação ter saído, hoje, praticamente, não se acha mais canudo que não seja biodegradável ou de outra alternativa na cidade. Porque, muito mais do que a sanção pecuniária ou a fiscalização, a lei transformou a cultura da nossa população”, ressaltou.

Indústria contesta

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) disse que as proibições aos produtos “trazem insegurança jurídica, mexem com a competitividade e o planejamento financeiro das empresas, causando impacto nos investimentos, na geração de empregos e até mesmo na manutenção da atividade industrial”.

A representante da indústria de plástico defende que em vez de proibir, o uso desse produtos seja regulamentado de forma a reduzir o consumo e garantir a reciclagem. “A indústria de transformação e reciclagem de material plástico está disposta a contribuir para a construção de soluções em conjunto”, diz o comunicado da associação.

Via Agência Brasil

Justiça decreta prisão do homem que matou a esposa e atirou o corpo do carro em movimento, na Avenida Mister Hull

Feminicídio
Ana Angélica Capistrano, 48, foi jogada pelo marido na Avenida Mister Hull após ser baleada
A Justiça decretou nesta segunda-feira (13), a prisão preventiva do homem que matou a esposa a tiros e atirou o corpo dela do carro em movimento. O crime ocorreu na semana passada na zona Oeste de Fortaleza. Após o feminicídio, o suspeito fugiu e tentou suicidar-se, mas foi preso em flagrante por policiais do CPRaio e permanece hospitalizado.
A prisão preventiva foi decretada à pedido da Polícia Civil, que investiga o assassinato da dona de casa, Ana Angélica Pereira Capistrano, 48 anos. Na manhã do último dia 7, ela seguia no carro com o marido, Carlos Alberto Soares Capistrano, quando, de repente, surgiu uma discussão entre o casal.
Em meio ao entrevero, ele sacou um revólver e atirou várias vezes contra a mulher ainda dentro do veículo em movimento. O crime aconteceu na Avenida Mister Hull, próximo ao viaduto da Avenida Perimetral, no bairro Antônio Bezerra. Testemunhas contaram que o home abriu a porta do lado do carona e atirou o corpo da mulher na avenida. Em seguida, parou o carro, desceu e disparou mais vezes com a mulher já no solo.
De acordo com testemunhas, o assassino fugiu em alta velocidade, mas foi perseguido por uma patrulha do CPRaio até o bairro Parquelândia. Na Rua Raimundo Arruda, os pneus do carro do homicida foram estourados com tiros disparados pelos militares. Foi neste momento que Carlos Alberto tentou suicidar-se.
Ciumento e agressivo
Ao perceber que não havia mais balas no revólver, o assassino se apoderou de uma tesoura que havia no porta-luvas do automóvel e passou a se ferir, foi quando acabou dominado pelos PMs e algemado. Em estado grave, foi levado numa ambulância do Samu para o Instituto Doutor José Frota (IJF-Centro), oinde permanece em estado regular.
Conforme a Polícia Civil apurou, a mulher já havia prestado queixa contra o marido agressor. Ela classificou Carlos Alberto como um homem “ciumento, possessivo e violento”. Com a decisão da Justiça, Carlos Alberto segue para o presídio tão logo receba alta e seja autuado em flagrante.////////////////freelance24horas.

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