O presidente teria recebido valores indevidos durante a contratação de empreiteiras para construção da Usina, no Rio de Janeiro, diz delator.
O operador financeiro Lúcio Funaro disse, em seu acordo de delação premiada, que o presidente Michel Temer (PMDB) recebeu propina durante a obra da usina de Angra 3, no Rio de Janeiro. A declaração foi revelada no site do jornal O Globo, nesta terça-feira (12/9).
O conteúdo da delação está sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF), pois cita políticos com foro privilegiado. O jornal afirma que Funaro, apontado como um dos operadores do PMDB, explicou para a Justiça todo o funcionamento do esquema de propinas.
O corretor, que está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, elencou quatro pessoas como operadores do presidente: José Yunes, seu ex- assessor; Wagner Rossi, ex-ministro da Agricultura; Marcelo Azeredo e o coronel João Batista Lima Filho. De acordo com o relato, Yunes seria o principal intermediário e usava a empresa de Lima, a Argeplan, para lavar os ganhos indevidos com o contrato de Angra 3.
Delatores de empreiteiras, como a UTC, a Andrade Gutierez e a Camargo Corrêa, já relataram à Lava-Jato que houve propina envolvendo o PMDB na obra. Rossi e Azeredo, disse Funaro, operavam as propinas do Porto de Santos.
As denúncias coincidem com a autorização dada ao ministro do STF Luís Roberto Barroso, nesta terça (12), para uma nova investigação contra Temer e o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). A apuração inclui supostos crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro envolvendo o Decreto dos Portos, que teria favorecido uma empresa do setor, a Rodrimar S/A.
Coreia do Sul cria equipe para matar Kim Jong-un
A Coreia do Sul está tomando medidas drásticas para conter as ameaças de sua vizinha do norte. De acordo com o jornal "The New York Times", o governo de Seul ordenou a criação de uma força-tarefa para matar o líder norte-coreano, Kim Jong-un.
Formada por 1,5 mil pessoas, a equipe especial recebeu o nome de "Decapitation Unit" e deverá entrar em operação até o fim do ano. Os agentes receberão treinamento e apoio de helicópteros para invadir a Coreia do Norte e lançar foguetes noturnos. Tudo de maneira oficial. Isso porque o regime de Pyongyang parece não desistir de suas ambições militares e nucleares. A Coreia do Norte, apesar de todas as sanções internacionais - as últimas aprovadas ontem (11) por unanimidade pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, continua fazendo testes nucleares e lançando mísseis.
A ideia de criar a força-tarefa fora apresentada pelo ministro da Defesa da Coreia do Sul, Song Young-moon, um dia após Pyongyang fazer o maior teste nuclear da história, detonando uma bomba de hidrogênio no início do mês, informou o jornal NYT.
Mas o plano de assassinar um líder norte-coreano não é novo em Seul. Em 1960, o governo criou e treinou uma equipe para invadir o país vizinho e degolar o então ditador, Kim il-sung, avô de Kim Jong-un, após a Coreia do Norte tentar saquear o Palácio Presidencial de Seul.
Via Notícias Uol


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