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domingo, 17 de agosto de 2025

Mecânico morto a tiros em Juazeiro ao ser atraído para verificar uma moto

 

José Francisco foi morto a tiros em Juazeiro.
Demontier Tenório   site miséria
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Após exatos cinco dias sem homicídios em Juazeiro, uma pessoa foi assassinada na manhã deste sábado (16). Por volta das 08h30min o mecânico José Francisco Martins Barros, de 45 anos, foi morto a tiros perto de sua casa na Rua Arnolfo Fontenele no Sítio Barro Branco na zona rural do município. Sua esposa informou que dois homens numa moto de cor azul o chamaram para verificar suposto problema no veículo quando a mesma ouviu estampidos de arma de fogo.

Ela foi averiguar e o encontrou já sem vida apresentando perfurações à bala no ombro e na cabeça. José Francisco respondia por contravenção penal e crimes de trânsito. No dia 4 de junho de 2019, na Rua do Horto, o mesmo foi preso dirigindo um carro embriagado, sem CNH e ainda ofereceu dinheiro aos PMs. Já no dia 27 de outubro de 2021, no cruzamento da Avenida Carlos Cruz com a Rua São Benedito (Pio XII), bateu o seu Chevette na traseira de uma Hillux estando embriagado e sem CNH.

Este foi o segundo homicídio do mês de agosto em Juazeiro e o 44º do ano ou 44,8% em relação aos 98 registrados no decorrer do ano passado. O último deste ano tinha acontecido segunda-feira (11) com o achado do corpo de João Vitor Santos, de 21 anos, dentro de uma casa exposta à venda na Rua Francisca de Paula Bezerra no bairro Limoeiro. Ele era usuário de drogas e praticava crimes desde a menor idade, principalmente furtos e roubos. Mais recentemente, violência doméstica contra a mãe.

Governo Lula acompanha com preocupação envio de militares dos EUA à América Latina



O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acompanha com apreensão a decisão dos Estados Unidos de enviar forças militares aéreas e navais para a região do Caribe Meridional. Segundo informações divulgadas pela agência Reuters, a justificativa da Casa Branca é intensificar o combate a cartéis de drogas latino-americanos. A medida foi anunciada pelo presidente Donald Trump e gerou preocupação em Brasília sobre seus possíveis desdobramentos na segurança regional.

A movimentação ocorre no mesmo período em que a presidente do México, Claudia Sheinbaum, cumpre agenda oficial na Guatemala. Questionada sobre o assunto, a líder mexicana afirmou que a operação norte-americana ocorre em águas internacionais e não deve ser interpretada como ato de intervencionismo. Ainda assim, diplomatas brasileiros avaliam que a presença militar dos Estados Unidos na região aumenta tensões em um momento delicado da política latino-americana.

No Planalto, auxiliares de Lula reforçam que qualquer avanço de forças estrangeiras em direção ao território nacional seria visto com extrema gravidade. Por enquanto, as informações que chegaram ao governo brasileiro têm como base reportagens da imprensa internacional, mas o Itamaraty monitora a situação de perto e deve intensificar consultas diplomáticas para avaliar os impactos da decisão de Washington.

Fonte: O GLOBO

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