
Com quatro homicídios em diferentes bairros, o mês de julho teve cinco a menos que junho ou 55,5% de decréscimo já que foram nove homicídios no sexto mês do ano. Na comparação com julho de 2024 foram três a menos ou 42,8% de decréscimo, pois, naquele período, ocorreram sete assassinatos. Desta forma, são 4 homicídios em janeiro, 7 em fevereiro, 5 em março, 4 em abril, 9 em maio, mais 9 em junho e 4 no mês passado.
Segundo levantamento feito pelo Site Miséria, em julho, os quatro bairros onde houve homicídios foram Vila Três Marias, Frei Damião, João Cabral e Campo Alegre. No acumulado do ano, o bairro Frei Damião lidera como o mais violento com sete dos 42 homicídios nos primeiros sete meses do ano ou 16,6% em relação à matança em Juazeiro.
Nos primeiros sete meses de 2024 eram 57 homicídios contra 42 este ano em Juazeiro ou decréscimo de 26,3% na comparação entre tais períodos. Eis a relação dos homicídios registrados no decorrer do mês passado em Juazeiro:
Dia 07 – Renato Silva Domingos, de 38 anos, o “Renato Baixinho”, que residia na Rua Padre Silvino (Bairro Vila Três Marias) e era mecânico, foi morto com golpes de espátula. Ele entrou em luta corporal com Daniel Soares Rodrigues, de 33 anos, por mostrar partes íntimas à crianças, sendo uma destas filha da vítima. O acusado saiu ferido, foi preso e teve sua casa e o carro incendiados por populares. Renato respondia por crime de trânsito, posse de arma, tráfico de drogas e homicídio.
Dia 13 – Maurício Sobreira Mariano, de 20 anos, que residia na Rua Francisca Leila Fontes Boaventura (Triângulo) foi morto a tiros na Rua Maria Generosa de Almeida no bairro Frei Damião. Era usuário de drogas e tinha passagens na polícia por roubo, tráfico de drogas, lesão corporal e violência doméstica.
Dia 18 – Geovane Alves da Silva, de 34 anos, o “Pirata” que vivia em situação de rua, foi morto com vários tiros na cabeça na Rua Yone Rodrigues (João Cabral). Ele respondia três procedimentos por arrombamentos, dois por furtos simples, porte de arma branca e ameaça.
Dia 31 – José Gilberto Gomes Peixoto, de 33 anos, o “Gilberto Vaqueiro”, que residia na Rua Carolina Sobreira (Pirajá) e era ferrador de cavalos, foi morto a tiros na Praça do Bairro Campo Alegre por dois homens que fugiram numa moto. Ele respondia por assalto com reféns, falsidade ideológica e porte de arma de fogo.

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