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domingo, 17 de agosto de 2025

Ceará registra 17 mortes e 211 casos de meningite neste ano

 


Foto Helene Santos/ SVM
Febre, dor de cabeça e vômito é a tríade de sintomas que, em parte dos casos, embora não sejam condições específicas, demarcam a possível ocorrência de meningite. Mas, nem sempre o paciente os apresenta conjuntamente. Por isso, é preciso atenção. 

No Ceará, a doença, que é potencialmente grave, até o dia 2 de agosto, ou até a chamada Semana Epidemiológica 31, provocou 17 óbitos e teve 211 casos confirmados, conforme monitoramento da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa).

A meningite é caracterizada pela inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. A doença pode ser causada por diferentes agentes como vírus e bactérias e é prevenível por vacina. Além disso, exige cuidado para que seja identificada e tratada em tempo hábil.

Segundo a médica infectologista e diretora técnica do Hospital São José, Ruth Araújo, é preciso atentar-se para o fato de que nem sempre os sintomas mencionados acima ocorrem de forma conjunta e, “em algumas situações, as pessoas deixam passar batido achando que é só um quadro viral ou alguma coisa mais simples”.

A médica destaca que pacientes com meningite também podem ter rebaixamento do nível de consciência, desorientação e rigidez de nuca. Esses sintomas de alarme, aponta, chamam mais atenção e é necessário que o paciente procure atendimento médico.

No Brasil, a meningite é considerada uma doença endêmica, ou seja, ocorre de forma contínua durante todo o ano, podendo haver surtos e epidemias ocasionais. No Ceará, em 2024, no período semelhante ao de 2025 (início de agosto), foram registradas 20 mortes por meningite e 166 casos da doença foram confirmados.

Com informações do Diário do Nordeste.

Desemprego do Ceará cai para 6,6% e Brasil está na menor taxa da série histórica

Foto Agência Brasil 
A taxa de desocupação do Ceará caiu de 8% para 6,6% no segundo trimestre de 2025. O cenário também é de queda em relação ao igual período do ano anterior, quando registrou 7,5%. ⁠

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgada nesta sexta-feira, 15 de agosto, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).⁠
No cenário nacional, o percentual é de 5,8%. Com isso, obteve a menor média da série histórica e recuo em 18 das 27 unidades federativas analisadas.⁠
Além disso, no Estado, a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) foi de 21,4%.⁠

Con informações do O Povo.

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