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sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Mãe, filho e nora são mortos em casa enquanto dormiam em Aquiraz

 Ana Célia Lopes da Silva, Bruno Lopes da Silva e Priscila Silva Lima foram encontrados deitados nas camas, em dois quartos da casa


Uma mulher de 48 anos, o filho dela e a nora, que não tiveram as idades informadas, foram mortos a tiros enquanto dormiam em uma casa no Bairro Baixa Grande, em Aquiraz, na madrugada desta quinta-feira (16). A execução da família assustou os moradores da região.
Os corpos da dona de casa Ana Célia Lopes da Silva, Bruno Lopes da Silva e Priscila Silva Lima foram encontrados deitados nas camas, em dois quartos da casa. Bruno e Priscila estavam juntos, já Ana Célia foi encontrada sozinha.
Segundo testemunhas, o crime aconteceu às 2h15, quando suspeitos armados invadiram a casa e mataram as vítimas. Em seguida, os criminosos fugiram do local.
Conforme uma moradora da região, que não quis se identificar, a família não tinha envolvimento com nada ilícito e todos trabalhavam.
A Perícia Forense foi acionada para o local e fez os primeiros levantamentos sobre o caso, que será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil. A Polícia Militar realiza buscas na região para tentar localizar os suspeitos pelo triplo homicídio.

Senado espera que Mendonça desista do STF, diz colunista


Enquanto a sabatina do ex-advogado-geral da União André Mendonça pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) segue sem data marcada, senadores e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) dividem a expectativa de que o pastor desista de sua candidatura ao Supremo.

As informações são da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Segundo ela, a ideia é apoiada por senadores governistas que duvidam da aprovação de Mendonça pelo Senado. O presidente Jair Bolsonaro, porém, já sinalizou que não irá tomar a iniciativa de retirar a indicação do pastor. O próprio Mendonça teria demonstrado resistência à sua desistência. Ele pretende manter seu nome até o fim, pressionando o Senado a votar sua indicação.

Parte dos parlamentares são contrários à nomeação do advogado como ministro do STF para evitar que a Corte tenha mais um ministro alinhado aos ideais do presidente. Não raro, o ministro Kassio Nunes Marques, único integrante da corte indicado por Bolsonaro até o momento, defende pautas parecidas com as adotadas pelo chefe do Executivo.

Mendonça foi indicado para o cargo no dia 13 de julho e já aguarda pela sabatina há 65 dias. Entre os atuais ministros da Corte, o maior tempo registrado entre a indicação e a oitiva foi de oito dias.

(Pleno News)

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