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domingo, 14 de julho de 2019

Acidente com micro-ônibus que vinha do Piauí deixa vários feridos na madrugada deste sábado (13).


Um acidente envolvendo três veículos no km 12 da BR-020, na altura do condomínio Alto da Boa Vista, deixou cinco feridos. Três deles estavam em um micro-ônibus interestadual, que vinha de Monte Alegre-PI e tinha como o destino a cidade do Gama.
A colisão aconteceu na madrugada deste sábado (13/7). Os feridos do micro-ônibus são Manoel Luiz Sousa, 71 anos, que teve suspeita de fratura na costela; Edinelma Gonzaga dos Reis, 32, que lesionou o nariz e teve dores no joelho direito; Joilson Rodrigues de Oliveira Conceição, 39, teve dores nas costas.
Outro veículo envolvido no acidente é um Fiat Siena, dirigido por José Rodriguez da Cruz Filho, 49 anos. Ele foi levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e, por isso, não se sabe o estado de saúde dele. O terceiro carro é o Fiat Uno de Eliezer dos Santos Alves, 22. Ele não se feriu.
Todos os feridos foram levados ao Hospital Regional de Planaltina (HRP).
 Jornal de Brasília

Vaqueiro assassino usava nome falso e negou ter estuprado a universitária

"Zé de Valério" passou 78 dias em fuga pelo sertão. Saiu do Ceará e chegou ao Piauí.
Valdemir Pereira da Costa. Este é o verdadeiro nome do vaqueiro assassino que driblou as polícias do Ceará e do Piauí por 78 dias até ser capturado por um simples agricultor no Distrito de Jatobá Medonho, zona rural do Município de Buriti dos Montes, no Sertão piauiense, divisa com o estado do Ceará.

Ao ser interrogado sobre o assassinato da jovem Daniele Oliveira Silva, na localidade de São Gonçalo em Pedra Branca (a 275Km de Fortaleza), em abril passado, o assassino foi frio: negou ter estuprado a vítima e disse que ela lhe pediu, por duas vezes, para ser morta.

Frio, calculista e sem sinais de arrependimento, “Zé de Valério” ou “Zé da Foice” usava o nome falso de José Pereira da Costa e assim estava sendo procurado pelas autoridades.

Sobra o crime em Pedra Branca, o assassino caiu em contradições. Negou ter violentado a estudante, mas não explicou direito a razão dela ter sido encontrada despida. Disse que tirou o short da garota e colocou na boca dela porque “ela estava fazendo muito barulho”.

O assassino disse também que durante os 78 dias de fuga pelo mato tinha no bolso a quantia de R$ 2.072,00, além de um revólver de calibre 38, a arma com a qual matou Daniele e que também usou em troca de tiros com a Polícia.

Após driblar as polícias de dois estados, o vaqueiro assassino foi capturado pelo agricultor João Elias, morador de Jatobá Medonho, que colou um sonífero na comida oferecida ao bandido.

(Fernando Ribeiro)

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