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quinta-feira, 3 de março de 2022

TRAGÉDIA: Jovem morre com filha no colo ao pisar em fio caído no chão

         

Uma mulher de 27 anos de idade morreu eletrocutada após pisar em um fio de alta tensão em Nova Viçosa, na Bahia. O acidente ocorreu no domingo (27).

A vítima foi identificada como Camila Pinheiro da Costa. Ela era natural de Governador Valadares, em Minas Gerais, e estava no Nordeste aproveitado o feriado de carnaval. No momento em que pisou no fio caído no chão, Camila estava com a filha de quatro anos no colo.

A criança também sofreu uma descarga elétrica, mas sobreviveu. As autoridades estão investigando o caso, que foi classificado como morte acidental.

– A empresa informa ainda que está em contato com a família da vítima para prestar o auxílio necessário. As causas estão sendo analisadas – informou a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia. (Pleno News)

Rússia: Biden sabe que opção às sanções é “guerra nuclear”

Nesta quarta-feira (2), o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, disse que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sabe que a única alternativa às sanções econômicas contra seu país é uma Terceira Guerra Mundial, que seria “uma guerra nuclear devastadora”.

Em entrevista à rede de televisão Al Jazeera, Lavrov declarou que Biden “tem experiência e sabe que não há alternativa às sanções, a não ser a guerra mundial”.

O ministro russo também disse que seu país estava “pronto” para enfrentar as sanções impostas pelos Estados Unidos e pela União Europeia pela invasão da Ucrânia, mas que não esperava que visassem atletas, intelectuais, artistas e jornalistas.

Entretanto, apesar das medidas tomadas contra ela, “a Rússia tem muitos amigos e não pode ser isolada”, advertiu o ministro.

Lavrov reiterou a disponibilidade de seu país de realizar uma segunda rodada de negociações com o governo ucraniano e o acusou de atrasar essas negociações “sob ordens americanas”.

Sobre as razões do atual conflito com a Ucrânia, Lavrov alegou que os países ocidentais se recusaram a atender às exigências da Rússia para a formulação de uma nova arquitetura de segurança europeia.

A ofensiva militar russa, de acordo com ele, tem como objetivo desarmar a Ucrânia e impedir que ela adquira uma arma nuclear.

– Não podemos permitir a presença de armas ofensivas na Ucrânia que ameacem nossa segurança – acrescentou.

*EFE

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