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sábado, 12 de fevereiro de 2022

Travesti de 22 anos é morta a pedradas


A travesti identificada apenas como Sofia Gisely, de 22 anos, foi morta a pedradas na Osório de Paiva, no Grande Bom Jardim, em Fortaleza. A suspeita é de que o crime tenha acontecido durante a madrugada desta sexta-feira, 11. O corpo da vítima estava em um terreno, caído ao solo.

Sofia era querida na comunidade e amigos dela, que foram ao local, informaram que ela fazia programas sexuais quando foi morta. Ela teria sido morta por um cliente, conforme O POVO apurou.

Não há detalhes sobre identificação do criminoso. A travesti estava sem parte da roupa, e muitas pedras foram encontradas perto e em cima dela. A sandália

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) foi acionado para atender à ocorrência de achado de cadáver no bairro Bom Jardim.

Equipes da Polícia Militar do Ceará (PMCE) e da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) também foram acionadas para o local. De acordo com a SSPDS, Um inquérito foi instaurado pelo DHPP.

Inicialmente, O POVO apurou que a vítima tinha 23 anos, mas a informação da idade foi retificada pela SSPDS. que usava também estava perto do corpo.

Fonte: O Povo

Ocupação de UTIs para covid-19 é de 80% em oito estados


Nove unidades da federação e 15 capitais ultrapassaram o patamar de 80% de leitos de terapia intensiva para covid-19 ocupados no Sistema Único de Saúde (SUS). O mapeamento é da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (10) com nota técnica que considera esses locais como situação de alerta crítico para internações.

A análise da Fiocruz classifica como fora da zona de alerta os estados e capitais com menos de 60% dos leitos ocupados. Quando a taxa atinge 60% ou mais e fica abaixo dos 80%, o alerta é considerado intermediário. Acima de 80%, a situação é considerada de alerta crítico.

Os pesquisadores do Observatório Covid-19 da Fiocruz destacam a persistência de taxas de ocupação de leitos de UTI em níveis críticos nos estados e capitais do Nordeste e Centro-Oeste e no Espírito Santo. Já Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo parecem seguir na tendência de queda do indicador, avaliam.

As nove unidades da federação que apresentam pior situação são Tocantins (81%), Piauí (87%), Rio Grande do Norte (89%), Pernambuco (88%), Espírito Santo (87%), Mato Grosso do Sul (92%), Mato Grosso (81%), Goiás (80%) e Distrito Federal (99%).

As 15 capitais são Porto Velho (91%), Rio Branco (80%), Palmas (81%), Teresina (taxa não divulgada, mas estimada superior a 83%), Fortaleza (85%), Natal (percentual estimado de 81%), João Pessoa (81%), Maceió (82%), Belo Horizonte (82%), Vitória (89%), Rio de Janeiro (86%), Campo Grande (99%), Cuiabá (81%), Goiânia (91%) e Brasília (99%).

Apenas cinco capitais e sete estados são considerados fora da zona de alerta, com menos de 60% dos leitos ocupados. As capitais são: Manaus (58%), Boa Vista (56%), São Luís (55%), Florianópolis (68%) e Porto Alegre (56%). Já os estados são: Amazonas (58%), Roraima (56%), Maranhão (51%), Paraíba (52%), Minas Gerais (42%), Rio de Janeiro (59%) e Rio Grande do Sul (57%).

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