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| Foto Bárbara Moira |
Já são 52 casos suspeitos de infecção por coronavírus nesta quarta-feira, 11, no Brasil. São 18 a mais do que na terça-feira, 10. No Ceará são 20 casos suspeitos, mesmo número do que na terça-feira, 10. As informações são do boletim da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa). Já os casos descartados são 51.
As informações são do site do Ministério da Saúde, até às 16h45min de hoje. Apesar do número, ainda não há nenhum caso confirmado no Ceará.
São estados com casos confirmados: São Paulo, com 30; Rio de Janeiro, com 13; Bahia, com 2; Rio Grande do Sul, com 2; Espírito Santo, com 1; Minas Gerais, com 1; e Alagoas, com 1. Além disso, há dois casos confirmados no Distrito Federal.
Ao todo são 12 casos suspeitos em Fortaleza, quatro no Crato, um em Aquiraz, um em Caucaia, um em Quixeramobim e um em Juazeiro do Norte.
Com informações do O Povo.
Tom Hanks e sua esposa são diagnosticados com coronavírus
Tom Hanks e sua mulher, Rita Wilson, foram diagnosticados com o novo coronavírus. Eles estavam na Austrália para as gravações de um filme, ainda sem nome, sobre Elvis Presley.
O próprio ator confirmou a notícia em seu perfil no Twitter nesta quarta-feira (11). Tanto ele quanto Wilson têm 63 anos de idade.
"Olá, pessoal. Rita e eu estamos aqui na Austrália. Nos sentimos um pouco cansados, com frio e com dores no corpo. Rita tinha uns calafrios que iam e vinham. Leves febres também. Para fazer tudo certo, como é preciso no mundo agora, fomos testados para o coronavírus, e o resultado foi positivo", escreveu Hanks.
"Bem, o que fazer a seguir? Os oficiais médicos têm protocolos que devem ser seguidos. Nós, Hanks, vamos ser testados, observados e isolados pelo tempo que a saúde e a segurança pública pedirem. Não há muito mais a fazer além de enfrentar um dia de cada vez, não? Vamos manter o mundo informado. Se cuidem!"
O estúdio que realiza o filme, Warner Bros., confirmou em comunicado que uma pessoa da equipe está com o COVID-19, sem dar nomes.
A empresa afirma que trabalha com as autoridades australianas, mas não anunciou se planeja adiar as gravações da produção, dirigida por Baz Luhrmann ("O grande Gatsby").
Também nesta quarta, a Warner Bros. Television suspendeu a gravação da quarta temporada de "Riverdade" depois que um membro da equipe teve contato com uma pessoa com a nova forma do vírus.
Festivais, shows, estreias de filmes e até desfiles, como a E3 e o Coachella, foram suspensos ou tiveram mudanças de datas nos últimos meses para evitar aglomerações de pessoas, uma das principais medidas para conter o aumento da pandemia do novo coronavírus.
Informações com: G1Congresso derruba veto de Bolsonaro e amplia pagamento de BPC a famílias com até meio salário mínimo
Após cerca de cinco horas de discussão, o veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto que aumenta o limite da renda familiar para recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) foi derrubado. A derrubada do veto começou pelo Senado, com 45 votos contrários, contra 14 favoráveis. Na Câmara, o veto foi derrubado com 302 votos a 137. A matéria vai à promulgação.
O BPC é um benefício assistencial equivalente a um salário-mínimo, pago a pessoas com deficiência e idosos partir de 65 anos com até um quarto de salário mínimo de renda familiar per capita. A lei aprovada no Congresso e vetada por Bolsonaro alterava exatamente o teto da renda, ampliando o número de pessoas aptas a receberem o benefício. Com a derrubada do veto, portanto, o pagamento será feito a famílias com até meio salário mínimo de renda per capita.
Contrários à derrubada do veto argumentaram que o Brasil passa por uma crise financeira e que o aumento prejudicaria o orçamento para outras áreas. Até o combate ao coronavírus foi citado. “Derrubar esse veto é acabar com recurso de emendas impositivas e, inclusive, com recursos para combater o coronavírus. É um discurso fora da realidade”, disse o deputado Osmar Terra (MDB-RS). Até cerca de um mês atrás, Terra era ministro da Cidadania do governo Bolsonaro e chefiava a pasta responsável pelo pagamento de benefícios como o BPC e o Bolsa Família.
Os parlamentares favoráveis à derrubada do veto consideram injusto o Parlamento querer economizar exatamente na hora de ajudar a população pobre. “Não é possível que o Congresso quede insensível a esse apelo. Quando chega na hora do orçamento para os mais pobres, os que mais precisam, aqueles que têm pessoas com deficiência na família, aí o governo quer tirar”, disse Lídice da Mata (PSB-BA).



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