Morreu nesta quinta-feira (06), o primeiro médico a identificar e a denunciar o surto viral que já conta com 563 mortos e mais de 28 mil infectados em todo o mundo, confirmou o hospital de Wuhan, capital da província de Hubei, onde se iniciou o surto viral.
Li Wenliang, de 34 anos de idade, tinha confirmado no sábado passado, à CNN, que estava infectado e estava nos cuidados intensivos. Nesta quinta-feira foi anunciada a sua morte, que depois foi desmentida pelo hospital, dizendo que seu coração tinha parado, mas que estavam "lutando pela sua vida".
O hospital acabaria por anunciar a sua morte às 2h58 da manhã de sexta-feira, hora local (15h58 de quinta-feira em Brasília).
O oftalmologista, o primeiro a identificar e denunciar junto de outros médicos o novo coronavírus, razão pela qual chegou a ser preso pelas autoridades, foi infectado pelos pacientes que examinou.
Com informações Notícias ao Minuto
Desafio feito: Bolsonaro diz que zera impostos sobre combustíveis se governadores acabarem com ICMS
Preço dos combustíveis é tema de debates nas áreas federal e estaduais
O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (5) que zera os impostos federais sobre combustíveis se os governadores também zerarem a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O preço dos combustíveis vem sendo tema de debates entre autoridades dos governos federal e estaduais.
Enquanto governadores querem que o governo reveja os impostos federais sobre os combustíveis, como PIS, Cofins e Cide, Bolsonaro vem defendendo uma mudança na forma de cobrança do ICMS sobre esses produtos. O ICMS é um tributo estadual que representa uma fatia importante de arrecadação tributária dos governo locais.
“Eu zero o federal se eles zerarem o ICMS. Está feito o desafio aqui agora. Eu zero o federal hoje, eles zeram o ICMS. Se topar, eu aceito”, disse ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta quarta-feira. Para o presidente, o tributo deveria ser calculado sobre o valor vendido nas refinarias e não nos postos de combustíveis.
“Olha o problema que eu estou tendo com combustível. Pelo menos a população já começou a ver de quem é a responsabilidade. Não estou brigando com governadores. O que eu quero é que o ICMS seja cobrado no combustível lá na refinaria, e não na bomba. Eu baixei três vezes o combustível nos últimos dias, mas na bomba não baixou nada”, disse Bolsonaro.


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