O cantor sertanejo Henrique, da dupla Netto e Henrique, ficou gravemente ferido após se envolver em um acidente no bairro Santa Prata, em Santa Fé do Sul, na madrugada deste sábado (8).
A dupla é do interior paulista e teve a música lançada "Forçar a Barra" no dia 23 de janeiro, que tem mais de 2 milhões de visualizações no Youtube.
Ainda de acordo com a polícia, o músico, de 22 anos, seguia pela Avenida Navarro de Andrade, quando colidiu na traseira de uma caminhonete. Devido ao impacto, o veículo pegou fogo. Já o motorista da caminhonete não se feriu.
Uma equipe da PM fazia ronda pelo local, quando constatou o acidente e conseguiu retirar o rapaz, que estava desmaiado. O Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou o incêndio.
O cantor foi resgatado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) encaminhado a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. Ele chegou com trauma de face e múltiplas escoriações.
Após o atendimento, Henrique foi encaminhado para a Santa Casa de Santa Fé do Sul e transferido para São José do Rio Preto (SP). Segundo a unidade, o cantor sofreu traumatismo craniano, passou por cirurgia e seu estado é considerado grave.
Com informações do G1.
Ministro Guedes diz que funcionalismo público é 'parasita' e está matando o 'hospedeiro'. Assista
Em defesa do projeto de emergência fiscal, o ministro da Economia, Paulo Guedes, comparou servidores públicos a parasitas, que estão matando o hospedeiro (o governo) ao receberem reajustes automáticos enquanto estados estão quebrados.
"O funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação, além de ter estabilidade na carreira e aposentadoria generosa", afirmou. "O hospedeiro está morrendo, o cara virou um parasita", afirmou, defendendo o fim dos reajustes automáticos.
Após a fala de Guedes, o ministério da Economia, em nota à imprensa, disse reconhecer a qualidade do servidor público brasileiro e que o ministro se referia a políticas antigas de reajustes sistemáticos.
O projeto de reforma administrativa está em análise no Congresso e abre a possibilidade de estados em crise adotarem medidas emergenciais, como a suspensão dos reajustes. Seriam elegíveis estados que ultrapassarem indicadores máximos de endividamento ou gastos obrigatórios.
"O governo está quebrado, gasta 90% da receita com salário e é obrigado a dar aumento", argumentou o ministro.
Para defender a proposta, Guedes citou pesquisa Datafolha que diz que 88% dos brasileiros são à demissão de servidores por mau desempenho. "A população não quer mais isso", afirmou, recebendo muitos aplausos.
Ele criticou também repasses obrigatórios aos Legislativos e Judiciários estaduais - conhecidos como duodécimos - e tempos de crise, alegando que enquanto os demais poderes mantém os salários em dia, governadores são obrigados a cortar serviços essenciais.
Em seu discurso, Guedes fez também afagos aos servidores federais, elogiando a competência da equipe que encontrou no Ministério da Economia.
As carreiras do serviço público serão discutidas também na proposta de reforma administrativa, que o presidente Jair Bolsonaro pretende enviar ao Congresso na próxima semana.
Para defender as mudanças, o governo tem argumentado que os custos do funcionalismo dispararam nos últimos anos, sem melhora correspondente na qualidade do serviço prestado. A ideia é reduzir a velocidade das promoções e a estabilidade do servidor.
A pedido de Bolsonaro, o projeto não vai mexer com os funcionários da ativa, mas apenas com os novos.O Ministério da Economia, em nota, afirmou que a fala de Guedes foi tirada do contexto, e que as políticas antigas vem criando distorções, fazendo com que "recursos dos pagadores de impostos sejam usados para manter a máquina pública em vez de servir à população."
Após a reforma administrativa, o governo pretende enviar ao Congresso a reforma tributária. Deputados e senadores já trabalham nos projetos do pacto federativo e reequilíbrio financeiro de estados e municípios.
Informações com FOLHAPRESS.


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