Para executar o plano, ela enganou o marido dizendo que iria fazer sexo oral (Foto: Reprodução/Pattaya One)
Uma mulher traída deixou o marido com as partes íntimas sangrando no meio da rua após tentar arrancar o pênis dele com um estilete. A comerciante da cidade de Pattaya, na Tailândia, foi traída pelo marido, identificado apenas como Somchai, com a sua melhor amiga.
De acordo com o site UOL, para executar o plano, ela enganou o marido dizendo que iria fazer sexo oral, e aproveitou para atacá-lo com a lâmina durante o ato. Ela só acionou os paramédicos após o sangramento ficar mais grave.
O homem foi encontrado ferido no meio da rua, pois havia perdido muito sangue e segurava uma bolsa de gelo sobre o ferimento. Somchai foi levado para o Bang Lamung Hospital, onde passou por cirurgia, com o órgão genital quase arrancado.
Fonte: Notícias Ao Minuto com informações do UOL
De acordo com o site UOL, para executar o plano, ela enganou o marido dizendo que iria fazer sexo oral, e aproveitou para atacá-lo com a lâmina durante o ato. Ela só acionou os paramédicos após o sangramento ficar mais grave.
O homem foi encontrado ferido no meio da rua, pois havia perdido muito sangue e segurava uma bolsa de gelo sobre o ferimento. Somchai foi levado para o Bang Lamung Hospital, onde passou por cirurgia, com o órgão genital quase arrancado.
Fonte: Notícias Ao Minuto com informações do UOL
CEARÁ TEM 257 NOMES EM LISTA DO TCU COM POTENCIAIS INELEGÍVEIS PARA AS ELEIÇÕES 2016
O Ceará possui 257 pessoas na lista enviada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quinta-feira, 9, de potenciais inelegíveis para as eleições de 2016. O grupo teve contas julgadas irregulares e pode ser condenado pela Corte Eleitoral à inelegibilidade. Conforme o TCU, os 257 responsáveis do Estado estão envolvidos em 416 ocorrências. A análise do do órgão verifica a gestão de recursos públicos federais realizada nos últimos oito anos. A lista completa do TCU, com os 26 estados e o Distrito Federal, tem 6.738 nomes de pessoas. As contas podem ser reprovadas pelo TCU por mera omissão na prestação de contas, em que não há necessariamente um dano ao erário, ou por casos mais graves, como corrupção e gestão ilegal dos bens públicos. Envolvem pessoas com ou sem cargo público que administraram recursos de vários tipos, como os destinados a bolsas de estudo ou até para realização de obras federais. A sanção de torná-las inelegíveis tem como base a Lei da Inelegibilidade. A regra prega que são inelegíveis as pessoas que tiverem as contas rejeitadas por irregularidades insanáveis e que tenham cometido ato de improbidade administrativa no exercício de cargo ou função pública. A lista será atualizada diariamente e poderá crescer até o último dia do ano. Veja nomes do Ceará na lista do TCU:
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Desemprego já atinge um em cada quatro jovens com menos de 25 anos, aponta Ipea
O agravamento da crise econômica intensificou o nível de desemprego no Brasil, principalmente entre os mais jovens. Levantamento elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Avançada (Ipea) aponta que um entre quatro brasileiros com menos de 25 anos está desempregado.
O estudo também mostra que, no universo das pessoas atingidas pelo desemprego, a situação é mais grave no Nordeste, entre mulheres e jovens, entre pessoas com ensino médio incompleto e moradores das regiões metropolitanas. Esse grupo também é composto principalmente por pessoas que não são chefes de família.
O detalhamento feito pelo Grupo de Conjuntura da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea aponta que o porcentual dos brasileiros entre 14 e 24 anos que não possuem emprego subiu de 20,89% no 4º trimestre de 2015 para 26,36% no 1º trimestre deste ano. “Após atingir um pico de 44% no terceiro trimestre de 2012, os jovens ocupados eram apenas 37% no primeiro trimestre de 2016”, aponta a Carta de Conjuntura do Ipea referente ao mês de junho.
Entre as pessoas com 25 a 59 anos, a taxa de desemprego cresceu menos, de 6,69% para 7,91%. O mesmo ocorreu no grupo formado por pessoas com mais de 59 anos, cuja taxa de desemprego oscilou de 2,52% para 3,29% no mesmo período analisado.
Na comparação por regiões, a taxa de desemprego no Nordeste continua sendo a mais elevada do País. O indicador subiu de 10,45% no quarto trimestre do ano passado para 12,80% no primeiro trimestre deste ano. Na região Sul, onde a taxa de desemprego é a mais baixa do País, o indicador oscilou de 5,69% para 7,35%. A taxa geral do Brasil variou de 8,96% para 10,90% no mesmo período de comparação.
A taxa de desemprego também atinge mais as mulheres (12,75%) do que os homens (9,48%), mais aqueles que não são chefes de família (15%) do que aqueles que são (6,07%) e mais quem mora nas regiões metropolitanas (11,93%) do que quem mora fora delas (10,13%).
Na divisão por escolaridade, aqueles que possuem o ensino médio incompleto são os que mais sofrem, com 14,95% de taxa de desemprego. Quem possui o superior completo enfrenta o ambiente menos adverso, com uma taxa de desemprego de 7,64%.
A pesquisa mostra que todos os grupos analisados registraram aumento do desemprego na comparação entre o primeiro trimestre de 2016 e o quarto trimestre do ano passado. O mesmo acontece na comparação com o primeiro trimestre de 2015, quando a taxa nacional estava em 7,94%.
“Desde o último trimestre de 2015, os dados da PNADC indicam que o aumento do desemprego foi causado majoritariamente pela queda da população ocupada, tendo sido reduzida a contribuição do aumento da população economicamente ativa (PEA)”, aponta o estudo do Ipea, em referência à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua.
“Por outro lado, o aumento do desemprego não tem sido ainda mais intenso, pois muitos trabalhadores têm tomado a iniciativa de se tornarem trabalhadores por conta própria”, complementa a Carta de Conjuntura.
O documento ressalta que a situação de desemprego do País continuou a se deteriorar no início do segundo trimestre. Tanto que a taxa de desemprego, que terminou o primeiro trimestre em 10,90%, subiu para 11,2% no trimestre móvel que inclui o mês de abril.
Rendimento
Com o aumento do desemprego, a renda média do trabalhador ficou praticamente estável, em contraste a uma taxa de inflação que oscila ao redor de 10% ao ano.
“A média dos rendimentos no primeiro trimestre ficou em R$ 1.974,00, apenas R$ 5 maior que a média do último trimestre de 2015, porém bastante abaixo dos R$ 2.040,00 observados no início de 2015 e final de 2014”, aponta o documento. No trimestre encerrado em abril, o rendimento médio já havia caído mais um pouco, para R$ 1.962,00.
Os dados da PNADC, ressalta o Ipea, mostram que a redução nos salários reais foi pior em setores que exigem menor qualificação. No grupo de pessoas que recebem menos que o mínimo, os rendimentos reais caíram aproximadamente 10% nos últimos 12 meses. “Já o rendimento real do decil superior da distribuição de renda caiu 6,7% no último ano”, compara o Ipea, ao analisar os dados do primeiro trimestre deste ano.



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