Polícia afirma que reagiu à "injusta agressão" - Homem estava com uma faca e levou mais de um tiro.
Antônio Aldemir Alves, 50, foi morto pela PMCE enquanto tinha um surto psicótico, em Itapipoca
Um homem em surto psicótico foi morto pela Polícia Militar do Ceará (PMCE) durante ocorrência em Itapipoca, município da região Norte do Ceará, no último sábado, 5. Em vídeos compartilhados nas redes sociais, a família de Antônio Aldemir Alves, 50, questiona a ação dos agentes de segurança. Pelas imagens, é possível ver que o homem levou mais de um tiro, sendo um deles na cabeça. “Tu matou meu tio”, grita a pessoa que grava os policiais militares e o corpo da vítima.
Conforme nota da PMCE, o homem estaria armado com uma faca, ameaçando familiares e uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), na localidade de Taboca. “Os policiais ordenaram que ele largasse o objeto, mas o indivíduo avançou contra a equipe, que reagiu à injusta agressão. O suspeito foi lesionado e veio a óbito”.
Jovem que saía do trabalho é morto por policial militar que o confundiu com criminoso
O PM foi preso em flagrante e pagou fiança de R$ 6,5 mil, segundo o boletim de ocorrência
Guilherme tinha 26 anos e havia se casado recentemente
O jovem Guilherme Dias Santos Ferreira, de 26 anos, foi morto a tiro por um policial militar que teria confundido ele com um assaltante na última sexta-feira (4) em São Paulo. O PM foi preso em flagrante e pagou fiança de R$ 6,5 mil, segundo o boletim de ocorrência.
Guilherme saía do trabalho e estaria correndo para o ponto do ônibus no momento em que foi atingido. O policial iniciou os disparos após ser alvo de uma tentativa de assalto por dois homens que queriam roubar sua moto.
O agente reagiu ao assalto, e durante a confusão Guilherme foi baleado. Uma mulher também foi atingida e socorrida a uma unidade de saúde.
O PM vai responder em liberdade por homicídio culposo, segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo.
JOVEM TINHA SE CASADO RECENTEMENTE - Um amigo de Guilherme contou que o jovem era sonhador, "incrível e inteligente" e tinha se casado recentemente. Na bolsa dele, após o crime, foram achados itens como livros, uma marmita e itens de higiene. Testemunhas relataram que Guilherme deixou o trabalho às 22h28, sete minutos antes de ser morto. Ele chegou a publicar uma foto do relógio de ponto do local de emprego e postou no WhatsApp.
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