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quarta-feira, 9 de julho de 2025

Ex-companheiro que não aceitava término é condenado a 21 anos por matar estudante em saída de festa

Bárbara Bessa tinha 25 anos e era mãe de três crianças


Bárbara Bessa foi assassinada aos 25 anos - Ex-companheiro foi condenado pelo feminicídio

O Tribunal do Júri condenou Alef Maciel Lopes a 21 anos de prisão em regime fechado por assassinar a sua ex-companheira, a estudante Barbara Bessa, na saída de uma festa em Fortaleza, em 2023. Bárbara Bessa tinha 25 anos e era mãe de três crianças.
Também foi julgado Daniel Sousa Lima pelo crime de favorecimento pessoal, mas ele foi absolvido. Ele foi acusado de esconder o carro que Alef utilizou para fugir da cena do crime.
O caso aconteceu em 15 de abril de 2023. Bárbara e Alef haviam terminado cerca de uma semana antes do crime. Conforme testemunhas, o homem não aceitava o fim da relação. Bárbara foi a uma festa em uma casa de shows, no Centro de Fortaleza, quando foi procurada pelo ex.
Fora do estabelecimento, eles tiveram uma briga. No fim da festa, quando Bárbara voltava a pé para casa, ela foi seguida e morta com disparos de arma de fogo pelo homem. Ele fugiu do local em um veículo. Alef foi condenado por feminicídio.
Alef esteve foragido por 9 meses até ser encontrado, em casa, em janeiro de 2024. Desde então, ele esteve em prisão preventiva, e não vai poder recorrer da pena em liberdade. Já Daniel respondia ao processo em liberdade.
Conforme a família, Bárbara e Alef tinham um relacionamento conturbado, com brigas constantes. Nenhum dos três filhos da vítima era do criminoso. 

Condenados por maus-tratos a animais estão proibidos de assumir cargos no serviço público estadual

 Pessoas condenadas por maus-tratos a animais no Ceará não poderão mais ocupar cargos comissionados no serviço público estadual.

ALECE - Agenor Neto aponta situação caótica no município de Iguatu

A medida foi sancionada nesta terça-feira (8) pelo governador Elmano de Freitas e anunciada em suas redes sociais.
A lei, oriunda de um projeto de autoria do deputado Agenor Neto (MDB), determina que a proibição se aplicará após a condenação definitiva e abrangerá não apenas o Governo do Estado, mas também os demais poderes, como a Assembleia Legislativa e o Judiciário.
Além disso, a restrição se estenderá a autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista que contam com participação estadual.
O deputado Agenor Neto destaca que a ideia inicial para o projeto partiu do Ilo Neto, ex-candidato a prefeito de Iguatu. “A proposta foi nossa, mas veio por meio de uma sugestão do Ilo Neto. Entendo que é uma das mais justas leis aprovadas, de nossa autoria, porque vai inibir determinadas condutas de pessoas que maltratam animais e depois punir, impedindo que essas pessoas, uma vez condenadas, possam assumir cargos públicos no Ceará”.

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