Web Radio Cultura Crato

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Pais vendem filha de 12 anos para homem de 57 em troca de vaca


Em Sergipe, pais negociaram a virgindade da própria filha com um homem de 57 anos em troca de uma vaca. A menina de 12 anos na época, hoje com 14, foi violentada por José do Anjos, 44 anos mais velho que ela. O programa 'Repórter Record Investigação' desta quinta-feira (12), mostrou esta e outras histórias da cidade de São Cristovão, conhecida pelo alto índice de histórias chocantes de meninas que são exploradas. No brasil, o número de crianças que estão casadas é de pelo menos 90 mil. Na cidade de São Cristovão, pessoas, inclusive autoridades, alugam chácaras com piscina pra passar finais de semana com adolescentes. Para o 'comprador' da menina, a iniciativa foi da menina. “Foi ela que se insinuou pra mim!”, afirma na tentativa de se esquivar do crime de estupro que cometeu por dois anos. Pelo menos duas vezes por semana, José dos Anjos tirava proveito da filha de José Carlos, um pequeno agricultor da cidade Foram no mínimo oito meses de violência até que o comerciante foi preso. No dia da prisão, há dois anos, José dos Anjos agiu como se não tivesse feito nada de errado.////camocimimparcial.

R$ 8 bilhões em aumento de tributos: engrossar receita


impostos_1Embora o aumento de impostos venha sendo tratado pela equipe econômica como um "plano C", o governo já trabalha com uma receita adicional de R$ 8 bilhões em 2017, que viria justamente da alta ou da criação de tributos. A cifra está no documento que atualiza a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano que vem, elaborado pelo Ministério da Fazenda. 
O mesmo documento descarta a recriação da CPMF. O ofício encaminhado na quarta-feira passada à Comissão Mista de Orçamento (CMO) não detalha de onde viriam esses recursos e indica que isso só será definido com a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017. 
"Eles (Executivo) falaram que só vão colocar o detalhamento na proposta orçamentária", disse o relator da LDO 2017, senador Wellington Fagundes (PR/MT). Procurado, o Ministério do Planejamento informou que o demonstrativo "possui efeito meramente indicativo/informativo e não gera obrigação, determinação ou vinculação para futuras ações de política tributária do governo federal".

Projeções apontam para 14 mi de desempregados até fim de 2016, diz Moreira Franco


O secretário-executivo do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), Wellington Moreira Franco, disse nesta quinta-feira, 14, que as projeções apontam para um contingente de 14 milhões de desempregados até o final do ano em curso. “Convivemos com 11 milhões de desempregados e as projeções apontam para 14 milhões para o ano”, disse o secretário.
Neste momento, Moreira Franco faz uma explanação da agenda econômica do governo interino de Michel Temer, em reunião com empresários do setor industrial na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Ainda de acordo com Moreira Franco, o maior problema que o Brasil enfrenta é de ordem econômica. “O governo entende que se tivéssemos tomado as medidas de política econômica no ano passado ou há um ano e meio atrás, o esforço parafiscal hoje seria menor”, disse.
Moreira Franco, afirmou que o governo trabalha para aumentar a transparência, agilidade e consistência técnica e política para as decisões de investimentos em infraestrutura e parcerias com o setor privado.
O secretário-executivo do PPI voltou a afirmar que, apesar de o governo Dilma Rousseff ter realizado um número elevado de concessões de ativos de infraestrutura, os leilões também criaram um ambiente de instabilidade e insegurança para os investidores.
“Há muito pouca transparência, os prazos entre a publicação do edital e a realização dos leilões, de modo geral, são muito curtos”, disse. “Isso dificulta a possibilidade de os interessados estudarem e aprofundarem suas avaliações e diminui o ambiente concorrencial”.
Do ponto de vista dos financiamentos, Moreira avaliou que o governo Dilma criou um ambiente de centralização excessiva em relação ao BNDES. Segundo o ministro, o banco não pode exercer simultaneamente os papéis de estruturação e financiamento dos projetos. “Temos que ter uma definição muito clara dos papéis de cada um dos atores para que possamos ter transparência”.
Moreira ainda afirmou que a realidade financeira dos processos de concessão é “extremamente delicada”, com os interesses de diversos agentes em jogo. “O BNDES fornecia financiamento com taxas subsidiadas para diminuir os custos e os concessionários eram estimulados a contratar empresas do governo para executar obras, mas, com a situação econômica se agravando, as empresas deixaram de executá-las”.
Ele ainda afirmou que uma das preocupações do governo é a recuperação do ambiente de segurança jurídica do País. “Sempre tivemos segurança jurídica, os contratos sempre foram respeitados, mas esse ativo de confiança se perdeu. Temos que fazer um esforço imenso para que voltemos a ter segurança jurídica na área de concessão”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário