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terça-feira, 5 de julho de 2016

Nova lei: qual farol deve ser usado durante o dia? Baixo, luz intermediária ou neblina?

A lei 13.290 sancionada em 23 de maio deste ano mudou a redação do Código de Trânsito Brasileiro e tornou obrigatório o uso ao dia dos faróis baixos nas rodovias. Antes, a utilização era exigida apenas nos túneis providos de iluminação e durante a noite. A nova regra passa a valer a partir desta sexta-feira (8) e, antes mesmo de iniciarem a fiscalização, já gera dúvidas aos motoristas.

O farol baixo é também conhecido como farol médio ou até intermediário. É ele que é acionado na condução noturna e é ele - e somente ele - que será cobrado para ser ligado a partir deste mês também durante o dia.

Farol neblina: pode?

O condutor não deve buscar alternativa com o farol de neblina, porque não é essa a iluminação requisitada. Ela é destinada a aumentar a iluminação da via em caso de neblina, chuva forte ou nuvens de pó. E muito menos não devem ser usadas as luzes de milhas, as quais são de longo alcance e só podem ser utilizadas em vias de baixo movimento e com reduzida ou nenhuma iluminação.

Luz intermediária: pode?

Além disso, não deve ser usada a luz de posição, que é aquela primeira acionada no botão ou na alavanca que controla as luzes dos faróis. Por ser de menor intensidade, a luz de posição às vezes é até confundida com o termo farol baixo, mas ela não tem esse nome. Ela também recebe o nome em alguns locais como “farolete” ou “lanterna” e recomenda-se usar quando o veículo estiver sob chuva forte, neblina ou cerração e quando o veículo estiver parado para fins de embarque ou desembarque de passageiros e carga ou descarga de mercadorias. Essas situações estão previstas no artigo 40.

Qual é a luz obrigatória durante o dia?

Então, a mesma luz que você usa à noite, use pela manhã. A dica é ligar independente de estar ou não na rodovia, isso impede aos mais desligados de sofrer uma infração média de R$ 85,13 e ainda 4 pontos na carteira de habilitação se for flagrado em autoestrada sem a nova medida de segurança ativa.

Qual o valor da multa?

Tipo da Infração: média
Total de pontos: 4
Valor atual: R$ 85,13
Valor a partir de novembro: R$ 130,16 (aumento de 52%)

Sargento Campos, baleado em confronto com bandidos em Quixadá, retorna para casa; veja vídeo

O Sargento João Alves Campos, que havia sido baleado com um tiro de fuzil na perna esquerda durante confronto entre PM’s e bandidos, em Quixadá, no dia 30 de junho, retornou para casa nesta segunda-feira (04), sob forte escolta policial. Ele estava internado no IJF, em Fortaleza, onde passou por cirurgia e começou a sua recuperação. Sua chegada a Quixadá foi acompanhada por muitos policiais e populares que, emocionados, aplaudiram o PM e expressaram muitos agradecimentos por sua vida, saúde e retorno para casa. No confronto com uma quadrilha, morreram o Sargento Francisco Guanabara Filho (50 anos), o Cabo Antônio Joel de Oliveira Pinto (34 anos) e o Soldado Antônio Alves. Com estas mortes, subiu para 14 o número de policiais mortos no Ceará somente em 2016. Fonte:Monólitos Post Veja vídeo da chegada do PM postado nas redes sociais:


Veja vídeo da chegada do PM postado nas redes sociais: 

Mais de mil empresas pediram falência durante o 1º semestre



De janeiro a junho de 2016, um contingente de 1.098 empresas quebraram no Brasil sob os impactos da crise que assola a economia, revela levantamento da Boa Vista SCPC - Serviço Central de Proteção ao Crédito. O número representa um aumento de 26,5% sobre o total de empresas que pediram falência no primeiro semestre do ano passado. Só em junho, a Boa Vista registrou aumento de 20,2% na quebradeira de empresas comparativamente a maio e crescimento de 22,8% na comparação com o mesmo mês de 2015. As falências decretadas também fecharam o semestre em alta. Subiram 11,3% na comparação com os decretos contabilizados de janeiro a junho de 2015. Em junho, comparativamente ao mesmo mês no ano passado, os decretos de falências cresceram 0,9%. Já em relação a maio, caíram 15,6%. A Boa Vista SCPC também tabulou os dados relativos aos pedidos de recuperação judicial e recuperações judiciais deferidas. Os pedidos crescerem 113,5% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado e os deferimentos cresceram 118,8% na mesma base de comparação. "O crescimento das falências no primeiro semestre de 2016 é bem mais significativo do que o observado no primeiro semestre de 2015, quando os pedidos acumulavam alta de 9,25", dizem os técnicos da Boa Vista SCPC. Para eles, a fraca atividade econômica e os elevados custos atingiram fortemente o caixa das empresas ao longo de 2015. Naquele ano os pedidos de falência cresceram 16,4%, enquanto as recuperações tiveram alta de 51%. "A tendência de alta não só continuou como se intensificou neste primeiro semestre do ano. Sem previsão de mudança no cenário macroeconômico em 2016, os indicadores parecem conservar, de forma mais intensa, a tendência observada ao longo de 2015", afirmaram. Diário do Nordeste

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