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terça-feira, 14 de junho de 2016

Servidores protestaram na Assembleia e cobraram reajuste salarial ao Governo


professorCom faixas, carros de som e cartazes, professores, estudantes e servidores estaduais se concentraram na Avenida Desembargador Moreira, no Bairro Dionísio Torres, em Fortaleza, para pressionar os deputados a cobrarem do Governo do Estado o reajuste salarial do ano de 2016.
O governador Camilo Santana (PT) anunciou, na semana passada, reajuste diferenciado para diferentes categorias, mas os servidores alegam que, no geral, o aumento salarial é zero. Com gritos de ‘fora Temer’ e ‘fora o reajuste zero’ de salários, os servidores interditaram durante a manhã desta terça-feira duas faixas da Avenida Desembargador Moreira, entre a Avenida Pontes Vieira e a Rua Francisco Holanda.
Policiais militares dos quadros do Poder Legislativo e integrantes da tropa de choque da Polícia Militar acompanharam a manifestação. Não houve registro de incidentes e os servidores pediram audiência com deputados estaduais de oposição e aliados ao Governo do Estado para ouví-los sobre a situação salarial e condições de funcionamento das escolas.
Um dos gritos dos servidores é contra a isenção fiscal que, segundo o discurso das lideranças sindicais, chega a R$ 1 bilhão, o que, na opinião dos representantes das diferentes categorias, faz falta ao Estado para garantir o aumento de salários e garantir melhoria na qualidade dos serviços de educação e saúde.
Veja íntegra da matéria e vídeo AQUI.
Ceará Agora

Comissão da Câmara debaterá suspensão do WhatsApp


A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta quarta-feira (15) para discutir a determinação judicial de suspensão de funcionamento do WhatsApp e a adoção de medidas mais eficientes de combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas.
O Facebook, empresa responsável pelo aplicativo, alegou não ter as informações solicitadas pela Justiça, mas o juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto (SE) determinou o bloqueio do WhatsApp, além de multa diária de R$ 1 milhão. O pedido foi feito pela Polícia Federal, que conduz uma investigação de tráfico de drogas.
Segundo o deputado Givaldo Carimbão (PHS-AL), que solicitou o debate, a suspensão foi desproporcional e desrespeitou a Constituição. “Mais de 100 milhões de usuários de telefonia móvel ficaram sem um dos principais meios de comunicação da atualidade. Milhares de usuários dependem do aplicativo para a realização de atividades comerciais ou profissionais e foram prejudicados pela decisão monocrática de um magistrado”, afirmou o deputado.
Com Agências

Janot pede para PF apurar vazamentos sobre pedidos de prisão de cúpula do PMDB


FOTO: DIDA SAMPAIO/ ESTADÃOO procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou um ofício para que a Polícia Federal abra um inquérito para investigar o vazamento da informação de que o órgão pediu a prisão dos principais nomes da cúpula do PMDB. Caberá ao diretor-geral da Polícia Federal, delegado Leandro Daiello, dar início ao procedimento.
Esta não é a primeira vez que o procurador-geral da República pede para que se apure quem foram os responsáveis por vazamentos de informações sigilosas da Operação Lava Jato. A PF, por exemplo, já abriu inquérito para investigar o vazamento da delação premiada do empresário Ricardo Pessoa, dono da UTC.
Na sexta-feira, dia 10, em um duro discurso, Janot negou que a PGR tenha sido responsável pelos vazamentos. Ele chamou de “levianas” as acusações de que as informações teriam saído do órgão como forma de pressionar o Supremo Tribunal Federal a cumprir os pedidos prisão contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e o presidente afastado da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Janot apontou que a teoria foi disseminada por “figuras de expressão nacional, que deveriam guardar imparcialidade e manter o decoro”. “O vazamento não foi da PGR. Aliás, envidarei todos os esforços que estiverem ao meu alcance para descobrir e punir quem cometeu esse crime. Como hipótese investigativa inicial, vale a pergunta: A quem esse vazamento beneficiou? Ao Ministério Público não foi”, disse.
Na semana passada, o ministro do STF Gilmar Mendes havia criticado os vazamentos e insinuado que as informações teriam sido divulgadas pela PGR.
Fonte: Estadão Conteúdo

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