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sábado, 11 de junho de 2016

MTST protesta contra Temer e cortes no Minha Casa Minha Vida


O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) promoveu um protesto contra o governo do presidente em exercício, Michel Temer, e os cortes do Minha Casa Minha Vida (MCMV), nesta sexta-feira, 10, em Fortaleza. Os manifestantes realizaram uma caminhada da praça Coração de Jesus, no Centro, até a praça Pio XII, em frente à Igreja de Fátima, no bairro de Fátima. O ato segue a agenda do Dia Nacional de Lutas, que resultou em manifestações em todo o Brasil.
Entre os manifestantes, estão famílias contempladas pelo MCMV de comunidades da Grande Messejana, do Grande Bom Jardim, de Maracanaú e do Vicente Pinzón, além daquelas que foram desapropriadas e ainda não foram contempladas em nenhum programa de habitação. Segundo Dóris Soares, um dos coordenadores estaduais do MTST, o atual governo é considerado pelo movimento como um retrocesso. "Nosso ato denuncia o governo golpista, pautando a questão da moradia. Houve cortes do Minha Casa Minha Vida e o Ministério das Cidades é um retrocesso de tudo que havia avançado. Houve cortes de algumas portarias que o governo Dilma assinou no final do mandato (até o impeachment)", disse ele.
O protesto do MTST é uma reação à decisão do ministro das Cidades, Bruno Araújo, de suspender a contratação de 11.250 moradias da modalidade Entidades do MCMV, revogando a portaria assinada pela presidente afastada, Dilma Rousseff, nos últimos dias da petista a frente do governo. "Estão tentando barrar o programa todo, querem tirar os aportes. Isso vai fazer com que uma pessoa, com faixa de renda até R$ 1.800, não tenha mais acesso a moradia. Defendemos o MCMV, em especial a modalidade Entidade. Queremos que o programa seja mantido e avance ainda mais", relatou Dóris Soares. 
De acordo com o coordenador estadual, as famílias contempladas pelo programa temem que, com os cortes, haja um aumento considerável nos preços das prestações. "Fizemos um ato na Caixa Econômica Federal, porque a gente não sabe se virá a prestação revisada. Se vier aumento, não vamos aceitar", finalizou Soares. Também participaram do protesto movimentos sociais como O Povo Sem Medo, o Movimento de Lutas nos Bairros, a Unidade Classista Luta por Moradia e a Associação dos Moradores do Alto da Paz.
O POVO

Sérgio Machado se compromete a devolver R$ 90 milhões. Só?


sergio-machadoO ex-senador e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, se comprometeu a devolver em torno de R$ 90 milhões aos cofres públicos. Foi o que ele acertou em sua delação premiada. A informação é do Blog de Matheus Leitão, do G1.
 Na delação, Machado gravou conversas que teve com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP).
De acordo com a publicação, o ex-dirigente da Transpetro deu detalhes, na delação, sobre suposto esquema de corrupção na subsidiária da Petrobras destinado, segundo ele, ao enriquecimento ilícito dos caciques peemedebistas.
Os três políticos da cúpula do PMDB negam as acusações feitas por Machado e criticam os pedidos de prisões, feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que afirmou que eles estariam tentando obstruir as investigações da Operação Lava Jato.
Blog do Eliomar

Professores querem aumento fora da atual realidade econômica do País, diz Governo


foto camilo santana governador cearáO Palácio da Abolição, por meio de nota da sua assessoria de imprensa, garante que, sobre a greve dos professores estaduais, o próprio governador Camilo Santana (PT) já recebeu lideranças da categoria para negociar um acordo. Camilo, inclusive, autorizou mais de R$ 140 milhões para a Secretaria da Educação atender as demandas da categoria.
“Só que os docentes não abrem mão de um aumento maior, fora da atual realidade econômica do País”, diz a nota.
Adianta a assessoria que de uma pauta de 30 pontos, resta apenas o item do reajuste de salário. Lembra que o próprio titular da Seduc, Idilvan Alencar, também conversou com a categoria e acrescenta: “Das cerca de 700 escolas estaduais, mais de 400 estão funcionando normalmente”.
Agora é aguardar quais das partes terá que passar por aula de recuperação.
Da Coluna Vertical, no O POVO deste sábado

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