Nenhum médico foi capaz, até hoje, de explicar a condição de Marnie-Rae Harvey. Quem a vê sempre repara primeiro em seus olhos. Primeiro, pela beleza deles. Depois, por reparar que ela chora sangue.
A menina de 17 anos já foi em todos os tipos de médicos possíveis. Nenhum deles consegue explicar o que faz a rara condição se manifestar na menina, que vive na região central do Reino Unido.
O sangramento, é claro, muda muito sua vida. Luz, nas épocas em que isso acontece, é a pior inimiga da menina. Não à toa, ela costuma passar muito mais tempo sozinha em casa do que com seus amigos.
Tudo começou quatro anos atrás, em 2013, quando ela vivia os primeiros anos da adolescência. Repentinamente, começou a tossir sangue em cada vez mais quantidade. Dois anos depois, já em 2015, acordou com o rosto coberto por sangue. Foi só aí que o hospital local a levou a sério.
“Quando chegamos ao hospital, primeiro os médicos analisaram meus olhos, mas não notaram nenhum tipo de anomalia conhecida. Eu havia chorado sangue, mas todos os meus exames ficaram normais. Até hoje ninguém é capaz de me diagnosticar e ajudar”, lamenta a menina à BBC.
A reação das pessoas à menina também não é das melhores. Ela afirma que por diversas vezes estranhos tentaram fotografá-la por conta do estranho fenômeno. Mais um motivo para a manter cada vez mais trancafiada dentro de casa…
Comissão do Senado aprova fim da reeleição para prefeito, governador e presidente
Senadores da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovaram nesta quarta-feira (13), uma proposta de reforma política que determina o fim da reeleição para cargos no Executivo. O texto do relator Antonio Valadares (PSB-SE) segue agora para discussão e votação no plenário do Senado Federal. Depois, volta para a Câmara dos Deputados, onde foi desmembrado da PEC 113/2015, que abriu a janela partidária.
Na proposta, foi incluída uma cláusula de barreira para a atuação dos partidos, que impõe maior rigor para a criação de novas legendas. A emenda da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) propõe acesso ao fundo partidário e a propaganda gratuita no rádio e na televisão para os partidos que tiverem candidatos eleitos com no mínimo 1,5% dos votos válidos, distribuídos em um terço dos Estados. Em 2022, a proporção subiria para 2%.
Como regra transitória, a PEC 113A/2015 garante aos prefeitos que já estão no cargo e ainda não foram reeleitos a oportunidade de se candidatar novamente. A proposta possui ainda uma série de medidas para mudanças no sistema eleitoral, relacionadas a financiamento de campanhas, fundo partidário e fidelidade partidária. A proposição indica ainda a redução do número mínimo de assinaturas para projetos de leis de iniciativa popular.


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