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sábado, 9 de abril de 2016

Governador Camilo Santana assina ato de nomeação para 314 professores


professorNovos 341 professores vão compor a rede estadual de ensino. O reforço foi anunciado nesta sexta-feira (8) pelo governador Camilo Santana, que assinou o ato de nomeação dos educadores reclassificados do último concurso da Seduc. A nomeação segue para publicação imediata no Diário Oficial do Estado. “São novos professores para reforçar nossas escolas estaduais. Investindo na educação, acredito que estamos trilhando o caminho certo para um Ceará cada vez mais justo e desenvolvido”, destacou Camilo Santana.Os docentes atuarão em 14 disciplinas, sendo;  Arte-Educação, Biologia, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Língua Espanhola, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Matemática, Química, Sociologia e Libras.
“A convocação desses professores é também resultado da mesa de negociação permanente que temos com o Sindicato Apeoc. Temos certeza que eles darão grande contribuições para a educação dos nossos jovens cearenses”, afirmou o secretário de Educação do Estado, Maurício Holanda.
Os convocados deverão apresentar a documentação exigida no período de 2 a 5 de maio, na Secretaria da Educação, conforme estipula o cronograma definido no Edital 010/2014, que trata do concurso público para provimento de vagas no cargo de professor classe pleno 1. A rede conta, atualmente, com 13.863 professores em efetivo execício.  São 705 escolas na rede estadual, com 445 mil alunos.
Ceará Agora

Camilo Santana diz que leis são frouxas e estimulam impunidade

foto camilo e izoldaCitando o caso da morte do policial civil Alisson Mendonça em uma tentativa de assalto, o governador Camilo Santana fez duras críticas ao Código Penal Brasileiro, nesta sexta-feira (8), na reunião do Comitê de Governança do Pacto por um Ceará Pacífico, no Palácio da Abolição. Para o gestor estadual, as leis são frouxas e permitem que criminosos presos pela Polícia sejam liberados e cometam novos delitos.
Camilo citou o homem envolvido na morte do policial, que trocou tiros com Alisson e morreu no local, para exemplificar a crítica. “Esse cidadão já tinha sido preso várias vezes. Ele tem seis condenações, sendo dois homicídios, e estava solto. Enquanto a Polícia prende, as leis são frouxas. É preciso rever as leis desse país para não permitir que criminosos presos voltem para as ruas e cometam este tipo de crime”, comentou o governador.
O chefe do executivo estadual prometeu marcar uma reunião com a bancada dos deputados federais do Estado para sugerir que apresentem mudanças “mais rigorosas” no Código Penal, na Câmara Federal. “Para não acontecer o que tem acontecido. A Polícia prende, a Justiça condena, mas temos leis frouxas que estimulam a impunidade. Enquanto o Brasil está vivendo esse momento absurdo politicamente, nós deveríamos estar preocupados com as questões do dia a dia do povo brasileiro, que é segurança, saúde, educação. Acho que é a pauta que o povo quer para melhorar a vida das pessoas”, disse Santana.
O POVO Online

Estatuto do Desarmamento não diminuiu mortes no País


Imagem relacionadaO juiz do 3° Tribunal de Júri do Rio de Janeiro Alexandre Abrahão disse hoje (8) que o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003) se mostrou totalmente ineficaz, ao longo dos últimos 13 anos, para impedir mortes violentas no país. Segundo ele, as “pilhas de cadáveres” que se acumulam desde então comprovam o quanto a situação da violência não foi resolvida. A afirmação foi feita durante debate na Escola de Magistratura do Rio de Janeiro (Emerj).
“O Estatuto do Desarmamento funcionou? Não, não funcionou. As pilhas de cadáveres aumentam em todo o Brasil ao longo desses anos, mesmo o país tendo uma das legislações mais rigorosas do mundo no que se refere ao porte de armas”, disse Alexandre Abrahão.
Segundo o juiz, o problema não é da legislação, mas de fiscalização dos órgãos competentes, que precisam retirar as armas das mãos dos criminosos. “Nosso problema é estrutural, não legislativo. Precisamos aparelhar nossas instituições para que ajam de forma correta e precisa, reduzindo as armas que vão para as mãos do crime”, disse o juiz.
Para a deputada estadual Martha Rocha (PSD), que também participa do debate, o controle de armas de fogo é mais complicado do que parece. Segundo a parlamentar, que já foi chefe da Polícia Civil fluminense, mesmo armas registradas são usadas em ações criminais: “De dez armas capturadas pela polícia, que foram usadas em assaltos, sequestros e homicídios, quatro são registradas. Isso só mostra que esses armamentos mais cedo ou mais tarde caem nas mãos de criminosos”.
Segundo o Mapa da Violência 2015, mais de 880 mil pessoas morreram no Brasil vítimas de armas de fogo (homicídios, suicídios e acidentes) de 1980 a 2012. No último ano do levantamento, 42.416 pessoas morreram por disparo no país, o equivalente a 116 óbitos por dia. Em 2004, primeiro ano após a vigência do Estatuto do Desarmamento, o número de homicídios por arma de fogo registrou queda pela primeira vez após mais de uma década de crescimento ininterrupto – de 39.325 mortes (2003) para 37.113 (2004).
Com 15 milhões de armas de fogo (8 para cada 100 mil habitantes), o Brasil ocupa a 75ª posição em um ranking que analisou a quantidade de armas nas mãos de civis em 184 nações. Segundo o Mapa da Violência, do total de armas no Brasil, 6,8 milhões estão registradas e 8,5 milhões estão ilegais, com pelo menos 3,8 milhões nas mãos de criminosos.
Agência Brasil

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