Esta semana, o WhatsApp passou a usar criptografia ponta-a-ponta para todas as mensagens em todas as plataformas: Android, iOS, Windows Phone, BlackBerry, até mesmo o Nokia S40. Isso é ativado por padrão e funciona na versão mais recente do aplicativo.
Isso significa que nem mesmo os funcionários do WhatsApp podem ler as mensagens enviadas através de sua rede. No entanto, esta não se trata de uma rede anônima: por isso, ainda há alguns dados que estão fora da criptografia ponta-a-ponta.
Vamos começar com os dados que são protegidos: – todas as mensagens de texto – todas as mensagens de voz – todas as fotos – todos os vídeos – todos os arquivos – todas as ligações VoIP pelo WhatsApp
Isso vale para conversas individuais e em grupo. Ambas usam a “criptografia de chave pública”: o usuário A pede uma chave pública ao servidor do WhatsApp que se aplique ao usuário B.
O usuário A usa a chave pública para criptografar a mensagem. No entanto, ela também requer uma chave privada para ser lida, em posse apenas do usuário B.
Então, o que sobrou? Basicamente, seu número de celular e sua lista de contatos. Nos termos de privacidade, o WhatsApp avisa quais dados são coletados:
Você fornece algumas informações pessoais, como o seu número de celular, nome para notificações push (se aplicável), informações de cobrança (se aplicável), e informações do dispositivo móvel para o WhatsApp…
A fim de fornecer o serviço, o WhatsApp vai acessar periodicamente a sua lista de contatos no celular para localizar números de outros usuários WhatsApp (“dentro da rede”), ou categorizar outros números de celular como números “fora da rede”, que são armazenados como valores hash unidirecionais e irreversíveis.
O WhatsApp também informa os dados que são gravados nos servidores, incluindo quando cada mensagem foi enviada ou recebida:
Quando você usa o serviço WhatsApp, nossos servidores registram certas informações gerais que o nosso aplicativo envia sempre que uma mensagem é enviada ou recebida, ou se você atualizar ou solicitar qualquer informação de status, incluindo horário e data, mais os números de celular de origem e destino das mensagens.
A VIOLÊNCIA ASSOLA TOCANTINS: 61,67% das cidades tocantinenses não têm delegados


Um levantamento mostrou que 61,67% das cidades tocantinenses não possuem delegados de polícia. Conforme a pesquisa, em 66,67% das cidades, o efetivo policial do município é pequeno, já em 18,33% é médio e em 13,33% não há efetivo de polícia.
O levantamento foi realizado pela Associação Tocantinense de Municípios (ATM) e Instituto de Pesquisas, Propaganda e Projetos Econômicos e Sociais (Ipepe). Foram entrevistados 60 prefeitos tocantinenses, em todas as microrregiões do Estado, entre os meses de janeiro.
Já com relação as delegacias que estão funcionando os números também não são favoráveis. Somente 3,33% são consideradas muito seguras. As demais foram classificadas como: seguras 21,67%, mais ou menos seguras 28,33% e 13,33% inseguras. Outros 20% não opinaram ou não souberam opinar.
Destas, em cerca de 35% da cidades as delegacias funcionam em prédios alugados e 10% funcionam em prédios cedidos. Já com relação ao estado de funcionamento das viaturas, 40% não estão em bom estado e 30% estão em bom estado. A pesquisa inda mostrou que em 6,67% dos municípios algumas viaturas estão em bom estado. Entretanto, 18,33% declararam que em seus municípios não tem viaturas policiais.
Ação municipal
Além disso, a pesquisa apontou que muitas a gestões municipais contribuem para haja segurança nas cidades, cuja a responsabilidade é do Estado. Os gestores de 36,67% ajudam com combustível, 11,67% com a alimentação dos presos, 25% com aluguel do prédio da delegacia, 28,33% com pagamento de funcionários e 31,67% com material de expediente e limpeza.
SSP
O Jornal do Tocantins procurou a Secretaria de Segurança Pública (SSP), órgão do governo responsável pela Polícia Civil, mas não obteve resposta até o fechamento dessa matéria.
No início desse ano o JTo, já havia mostrado que mesmo o governo estando ciente desse déficit de servidores ainda não havia previsão de solução para o problema. Desde dezembro de 2014, um concurso realizado para preenchimento das Polícia Civil não teve andamento. O concurso previa 397 vagas e mais 118 para cadastro reserva, inclusive vagas para delegado.
Na época a (SSP) informou que tinha interesse no andamento do concurso. Segundo o órgão um recurso de R$ 4.500.000, para a conclusão do certame, realização do curso de formação, nomeação e posse dos aprovados estava incluído no orçamento desse ano.
Com informações do Jornal O Tocantins
Fotos WhatsApp
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