As cantoras Silvânia Aquino e Paulinha Abelha confirmaram, na tarde desta quinta-feira (11), a saída delas da banda Calcinha Preta. As duas seguirão para um novo projeto ao lado do também ex-vocalista do grupo Daniel Diau. Em vídeo, divulgado em redes sociais, as cantoras anunciaram o desligamento e pediram o apoio dos fãs no novo momento delas. "Gente agora eu conto primeiro com Deus depois com vcs fãs, amigos enfim! Estou muito feliz com essa decisão, foi uma vontade nossa", escreveu Silvania. Vale lembrar que a banda Calcinha Preta se apresentou pela primeira vez no Carnaval de Salvador neste ano. O grupo puxou o Bloco Cheiro de Amor no circuito Osmar (Campo Grande), na última segunda-feira (8).
Assista abaixo o vídeo do anúncio:
"Paredão Metralhadora" é escolhida melhor música do Carnaval pelo Bahia Folia
A música "Paredão Metralhadora", da banda Vingadora, foi a vencedora da pesquisa Bahia Folia do Carnaval 2016, que teve resultado divulgado nesta quinta-feira (11) pela TV Bahia. A banda é estreante na folia baiana e já chegou causando impacto, tendo uma das canções mais executadas da festa. Além disso, a vocalista Tays Reis fez várias participações cantando com outros artistas durante o Carnaval e ainda fez parte do tradicional arrastão da Quarta Feira de Cinzas. Quatrocentas pessoas foram ouvidas em pesquisa na rua e, além disso, houve votação online para que os foliões baianos pudessem expressar sua vontade. Além da música fazer sucesso, o look do clipe também influenciou no Carnaval. Muitos foliões foram para as ruas usando fantasias inspiradas no visual, com roupas camufladas e metralhadoras de mentirinha. Tays já havia defendido a escolha de sua música, que define como uma "arrochadeira", como a melhor da folia. “Primeiro porque o povo quer. Está todo mundo pedindo, falando que gosta, que é uma música dançante e animada. Não é porque é minha, mas acho que é forte”, afirmou ela.Brasil chega tarde na guerra contra zika
Cientistas dizem que "o grande pecado" do Brasil foi não combater o mosquito transmissor do zika a tempo de evitar um surto do vírus, embora a presidenta Dilma Rousseff tenha dito nesta sexta-feira, (12/02), que está confiante que "ganhará a guerra". Um recorde de mais de um milhão e meio de brasileiros contraíram o vírus desde abril passado, e ele se expande explosivamente pela América Latina, com a ajuda do mosquito Aedes aegypti, também transmissor da dengue, da febre amarela e do chikungunya.
A OMS estima que o surto pode deixar entre "três e quatro milhões" de pessoas doentes nas Américas. 'Estamos perdendo a luta contra o mosquito', diz Dilma. Ministros discutem novas tecnologias de combate ao zika vírus. Técnicos americanos chegam ao Brasil para ajudar no combate ao zika Embora geralmente os sintomas do zika sejam leves - febre baixa, dor de cabeça e articulações, erupções cutâneas - há uma suspeita de que as grávidas que contraem zika podem ter bebês com microcefalia, uma condição congênita irreversível que acarreta em deficiência intelectual.
O Brasil investiga desde outubro mais de 3.400 casos suspeitos de microcefalia em bebês, contra uma média de 160 casos verificados por ano anteriormente. Os cientistas também investigar um aumento de casos de síndrome auto-imune de Guillain-Barré, que causa paralisia em adultos e que pode estar ligada ao zika.
Mosquito inimigo
"Nós vamos ganhar esta guerra. Vamos mostrar que o povo brasileiro pode ganhar esta guerra", disse Dilma nesta sexta-feira após reunião em Brasília com seus ministros no centro de coordenação de combate à dengue, chikungunya e zika - tudo doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. O Brasil convocou para 13 de fevereiro um dia de mobilização nacional em que 220.000 militares irão porta a porta aconselhar os moradores sobre como erradicar e prevenir os focos do mosquito, que prolifera em águas paradas de zonas tropicais e temperadas.
Além disso, o ministro brasileiro da Saúde, Marcelo Castro, anunciou que o governo distribuirá repelente para ao menos 400.000 mulheres grávidas beneficiárias do Bolsa Família. Por enquanto, vários governos têm aconselhado as mulheres grávidas a não viajar para o Brasil ou outros países com surtos de zika e algumas companhias aéreas estão oferecendo reembolso de passagens.
Os organizadores das Olimpíadas minimizam os riscos do zika e lembram que agosto, quando as competições serão realizadas, é o mês mais frio e seco do ano, o que dificulta a reprodução dos mosquitos. Mas, Gubbio Soares, virologista da Universidade Federal da Bahia, que isolou pela primeira vez o zika no Brasil em abril de 2015, alertou sobre "os milhões de pessoas e os milhões de mosquitos" que coincidirão na cidade durante o evento. "Eu não diria que ameaçará os Jogos, mas vai ser uma fonte de infecção", disse Soares em entrevista à AFP.
- "O grande pecado" -
Para Soares as declarações de Dilma chegaram tarde demais. "O governo brasileiro não combateu o mosquito. Esse é o grande pecado do Brasil", afirmou. "É verdade que ninguém esperava que um vírus como esse chegaria ao Brasil e se expandiria dessa maneira", pondera, mas "este vírus finalmente expõe ao mundo a realidade de nosso país", lamentou desde o laboratório de virologia que divide com a pesquisadora Silvia Sardi, que também participou da detecção deste vírus identificado pela primeira vez em Uganda, em 1947.
O próprio ministro da Saúde disse recentemente que o país estava "perdendo a guerra contra o Aedes aegypti", em declarações contestadas depois por Rousseff. "As cidades não estão cumprindo seu dever de contratar pessoas qualificadas (para erradicar o Aedes aegypti). As campanhas de combate ao mosquito são insuficientes", avaliou Soares. Entre as possibilidades que o virologista enumera para combater o mosquito estão o desenvolvimento de novos produtos contra as larvas que sejam menos contaminantes e usar bactérias e mosquitos transgênicos.
Esta tecnologia está em desenvolvimento no Brasil e permitiria reduzir a população dos insetos através do cruzamento entre fêmeas selvagens e machos geneticamente modificados que gerariam uma prole incapaz de chegar à vida adulta e se reproduzir. Mas, sobretudo, Soares destaca a necessidade de melhorar as condições sanitárias da população. "Falta água e as pessoas têm recipientes com água que são foco de reprodução de mosquitos. A maioria dos mosquitos hoje se reproduz dentro de casa", insistiu o especialista.
Fonte: AFP com agência Brasil
Policial militar reage a assalto dentro de agência e mata ladrão em MT
Um cabo da Polícia Militar reagiu a um assalto na noite desta segunda-feira (8) e matou um ladrão a tiros, em Várzea Grande/Cuiabá. De acordo com o que consta no boletim de ocorrência, o policial identificado como Izak Pires Rodrigues, de 39 anos, estava à paisana e foi abordado pelo assaltante dentro de uma agência da Caixa Econômica Federal.
O criminoso foi baleado ao tentar roubar o policial e foi morto dentro da agência, localizada na Avenida Gonçalo Botelho de Campos, no Bairro Cristo Rei. Izak também foi baleado ao reagir e atirar no assaltante. Testemunhas disseram aos policiais que Izak estava dentro da agência e quando se preparava para sair do local foi abordado por um homem armado que anunciou o assalto.
Após o bandido ser baleado, o seu comparsa fugiu. O assaltante foi encontrado morto na porta da agência, com
um revólver calibre 38 e seis munições e, não portava documentos.
O criminoso foi baleado ao tentar roubar o policial e foi morto dentro da agência, localizada na Avenida Gonçalo Botelho de Campos, no Bairro Cristo Rei. Izak também foi baleado ao reagir e atirar no assaltante. Testemunhas disseram aos policiais que Izak estava dentro da agência e quando se preparava para sair do local foi abordado por um homem armado que anunciou o assalto.
Após o bandido ser baleado, o seu comparsa fugiu. O assaltante foi encontrado morto na porta da agência, com
um revólver calibre 38 e seis munições e, não portava documentos.
Veja o momento em que o policial reagiu ao assalto:
Via G1

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