O ex-deputado federal e empresário Nelson Otoch morreu neste domingo (14), aos 82 anos. A filha do ex-parlamentar, Luciana Otoch, disse em uma rede social que o pai "morreu dormindo". Familiares, no entanto, não informaram a causa da morte.
O velório acontecerá hoje, a partir das 16h, na funerária Ternura, seguido de missa às 20 horas. Formado em Direito, pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Nelson era casado e tinha dois filhos, Luciana e Jorge Otoch. Ele era um dos precursores do turismo no Ceará.
Otoch foi responsável pela fundação do antigo Hotel Esplanada, o primeiro cinco estrelas do Ceará. Ele também viria a ser presidente de empreendimento que tinha como sócio seus dos irmãos Deib e José Otoch, e Tasso Jereissati.
Além de atuar na área de construção e incorporação, onde dividia o comando da Otoch Empreendimentos com o filho Jorge Otoch, Nelson foi, ainda, deputado federal por dois mandatos. Em sua rede social, Luciana fez uma declaração ao pai - in memoriam - e disse que hoje, "talvez seja o dia dos pais mais duro da minha vida".
"Mas não quero lembrar como o mais triste. Hoje, meu pai fez sua passagem e com isso, também conseguiu sua libertação. Tudo exatamente como queria, em casa, dormindo. Que o Pai e todos os anjos recebam MEU pai como ele merece. Amo muito você, gordinho. Pra sempre", declarou Luciana.
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Entidade Brasileira alerta para risco de diabetes em gestantes
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| Foto Arquivo/MDS |
Um dos momentos mais especiais na vida de uma mulher pode se tornar um pesadelo se os cuidados devidos não forem tomados. Às vésperas do dia da gestante, comemorado nesta segunda-feira (15), a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) alerta para a diabetes mellitus gestacional, que afeta 18% das gestações no Brasil.
Condição temporária gerada pelas mudanças no equilíbrio hormonal durante a gravidez, a diabetes gestacional ocorre porque, em algumas mulheres, o pâncreas não funciona direito na gestação. Normalmente, o órgão produz mais insulina que o habitual nesse período para compensar os hormônios da placenta que reduzem a substância no sangue. No entanto, em algumas gestações, o mecanismo de compensação não funciona, elevando as taxas de glicose.
O problema pode causar complicações tanto para a mãe como para o bebê. No curto prazo, a doença pode estimular o parto prematuro e até a pré-eclâmpsia. O bebê pode nascer acima do peso e sofrer de hipoglicemia e de desconforto respiratório.
A diabetes gestacional normalmente desaparece após o parto, mas pode deixar sequelas duradouras. As mulheres com o problema têm mais chance de progredirem para a diabetes mellitus tipo 2. As crianças também têm mais chances de desenvolverem a doença e de ficarem obesos.
Recomendações
A doença pode acometer qualquer mulher. Como nem sempre os sintomas são identificáveis, a SBD recomenda que todas as gestantes pesquisem a glicemia de jejum no início da gestação e, a partir da 24ª semana de gravidez (início do 6º mês). Elas também devem fazer o teste oral de tolerância à glicose, que mede a glicemia após estímulo da ingestão de glicose.
As recomendações principais, no entanto, são o pré-natal e a alimentação saudável. Quanto mais cedo o obstetra diagnosticar a doença e iniciar o tratamento, menores as chances de a mãe e o bebê sofrerem alguma complicação no curto e no longo prazo.
Além do controle das glicemias capilares, o tratamento da diabetes gestacional consiste num estilo de vida mais saudável, com atividade física e alimentação regrada. As refeições devem ser fracionadas ao longo do dia. As gorduras devem dar lugar às frutas, verduras, legumes e alimentos integrais. Se não houver contraindicação do obstetra, exercícios físicos moderados também devem fazer parte da rotina.
Na maior parte das vezes, esses cuidados dispensam a aplicação de insulina. Se, ainda assim, os níveis de glicose continuarem altos, o médico pode indicar a substância. A SBD alerta que as mulheres diabéticas tipo 1 ou 2 que engravidam não são consideradas portadoras de diabetes gestacional porque essa doença só aparece após o início da gravidez. As mulheres com altos níveis de glicemia na gestação devem fazer um novo teste de sobrecarga de glicose seis semanas depois de darem à luz.
Com informações da Agência Brasil.


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