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segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Morre o empresário cearense e ex-deputado federal Nelson Otoch, aos 82 anos

 

O ex-deputado federal e empresário Nelson Otoch morreu neste domingo (14), aos 82 anos. A filha do ex-parlamentar, Luciana Otoch, disse em uma rede social que o pai "morreu dormindo". Familiares, no entanto, não informaram a causa da morte.

O velório acontecerá hoje, a partir das 16h, na funerária Ternura, seguido de missa às 20 horas. Formado em Direito, pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Nelson era casado e tinha dois filhos, Luciana e Jorge Otoch. Ele era um dos precursores do turismo no Ceará.

Otoch foi responsável pela fundação do antigo Hotel Esplanada, o primeiro cinco estrelas do Ceará. Ele também viria a ser presidente de empreendimento que tinha como sócio seus dos irmãos Deib e José Otoch, e Tasso Jereissati.

Além de atuar na área de construção e incorporação, onde dividia o comando da Otoch Empreendimentos com o filho Jorge Otoch, Nelson foi, ainda, deputado federal por dois mandatos. Em sua rede social, Luciana fez uma declaração ao pai - in memoriam - e disse que hoje, "talvez seja o dia dos pais mais duro da minha vida".

"Mas não quero lembrar como o mais triste. Hoje, meu pai fez sua passagem e com isso, também conseguiu sua libertação. Tudo exatamente como queria, em casa, dormindo. Que o Pai e todos os anjos recebam MEU pai como ele merece. Amo muito você, gordinho. Pra sempre", declarou Luciana.


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Entidade Brasileira alerta para risco de diabetes em gestantes

Foto Arquivo/MDS
Um dos momentos mais especiais na vida de uma mulher pode se tornar um pesadelo se os cuidados devidos não forem tomados. Às vésperas do dia da gestante, comemorado nesta segunda-feira (15), a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) alerta para a diabetes mellitus gestacional, que afeta 18% das gestações no Brasil. 

Condição temporária gerada pelas mudanças no equilíbrio hormonal durante a gravidez, a diabetes gestacional ocorre porque, em algumas mulheres, o pâncreas não funciona direito na gestação. Normalmente, o órgão produz mais insulina que o habitual nesse período para compensar os hormônios da placenta que reduzem a substância no sangue. No entanto, em algumas gestações, o mecanismo de compensação não funciona, elevando as taxas de glicose.

O problema pode causar complicações tanto para a mãe como para o bebê. No curto prazo, a doença pode estimular o parto prematuro e até a pré-eclâmpsia. O bebê pode nascer acima do peso e sofrer de hipoglicemia e de desconforto respiratório.

A diabetes gestacional normalmente desaparece após o parto, mas pode deixar sequelas duradouras. As mulheres com o problema têm mais chance de progredirem para a diabetes mellitus tipo 2. As crianças também têm mais chances de desenvolverem a doença e de ficarem obesos.

Recomendações

A doença pode acometer qualquer mulher. Como nem sempre os sintomas são identificáveis, a SBD recomenda que todas as gestantes pesquisem a glicemia de jejum no início da gestação e, a partir da 24ª semana de gravidez (início do 6º mês). Elas também devem fazer o teste oral de tolerância à glicose, que mede a glicemia após estímulo da ingestão de glicose.

As recomendações principais, no entanto, são o pré-natal e a alimentação saudável. Quanto mais cedo o obstetra diagnosticar a doença e iniciar o tratamento, menores as chances de a mãe e o bebê sofrerem alguma complicação no curto e no longo prazo.

Além do controle das glicemias capilares, o tratamento da diabetes gestacional consiste num estilo de vida mais saudável, com atividade física e alimentação regrada. As refeições devem ser fracionadas ao longo do dia. As gorduras devem dar lugar às frutas, verduras, legumes e alimentos integrais. Se não houver contraindicação do obstetra, exercícios físicos moderados também devem fazer parte da rotina.

Na maior parte das vezes, esses cuidados dispensam a aplicação de insulina. Se, ainda assim, os níveis de glicose continuarem altos, o médico pode indicar a substância. A SBD alerta que as mulheres diabéticas tipo 1 ou 2 que engravidam não são consideradas portadoras de diabetes gestacional porque essa doença só aparece após o início da gravidez. As mulheres com altos níveis de glicemia na gestação devem fazer um novo teste de sobrecarga de glicose seis semanas depois de darem à luz.

Com informações da Agência Brasil.

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