Web Radio Cultura Crato

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Sargento da PM mata família, incendeia casa e tira a própria vida no DF

  As vítimas que o PM matou, um jovem, um adolescente e uma mulher, foram achadas carbonizadas e com marcas de tiro


PM que matou a família e se matou em Brasília

Um sargento da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) matou quatro pessoas da família e depois se matou nesta quinta-feira (10). Antes de tirar a própria vida, ele incendiou a casa, localizada em Planaltina, no DF.
As vítimas que o PM matou, um jovem, um adolescente e uma mulher, foram achadas carbonizadas e com marcas de tiro. Os familiares eram Maria de Lourdes Furtado, 50 anos; Lucas Furtado dos Santos, 16 e Isaac Furtado dos Santos, 21.
O assassino foi identificado como Nilson Cosme Batista dos Santos. Após matar a família a tiros, a suspeita é de que ele tenha ateado fogo na residência. Antes que o local fosse consumido pelas chamas, ele teria cometido suicídio.
Um dos corpos estava na sala, atrás da porta e, os outros três, dentro de um quarto. “Foram três tiros na mulher. Um dos filhos tinha um tiro na cabeça e, o outro, não deu para identificar, pois estava muito queimado”, contou um policial que participou da ocorrência.

Acusado de assassinar policial é morto no Jacarezinho

Segundo a polícia, João Carlos Sordeiro Lourenço, de 23 anos, era conhecido como Jota e subiu na hierarquia da quadrilha depois de ter assassinado o policial civil André Leonardo de Mello Frias, em maio do ano passado

Jota, segundo a polícia, chefiava o tráfico de drogas no Jacarezinho

Agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) mataram, no fim da tarde desta quinta-feira (10), um homem apontado como sendo gerente do tráfico da Favela do Jacarezinho.
Segundo a polícia, João Carlos Sordeiro Lourenço, de 23 anos, era conhecido como Jota e subiu na hierarquia da quadrilha depois de ter assassinado o policial civil André Leonardo de Mello Frias, em maio do ano passado.
O assassinato de André foi durante a operação mais sangrenta da história do Rio de Janeiro. Depois de horas de tiroteio, 27 suspeitos foram mortos. Houve denúncias de abusos e dois policiais civis foram denunciados pelo Ministério Público, em outubro passado, por homicídio e fraude processual.
As investigações da Polícia Civil indicaram que Jota era apenas um soldado da quadrilha, chamada 'Tropa do Mantém', numa referência ao fato de se manterem sempre prontos para o combate.
Na manhã daquele dia 6 de maio, mesmo sabendo que haveria uma operação policial, ele chegou a postar mensagens dizendo que enfrentaria a polícia.
O inquérito policial reuniu informações de que Jota foi o homem que, de uma seteira montada por traficantes num dos acessos ao Jacarezinho, conseguiu dar uma rajada de tiros de fuzil que atingiu dois agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) – ferindo um deles e matando André Frias.
Com a morte do inspetor, Jota virou segurança de um dos chefes da favela, Felipe Ferreira Manoel, o Fred. Com a ocupação do Jacarezinho, ele foi com as lideranças para o Complexo da Penha, onde estão escondidos até hoje.
Nesta quinta, a polícia recebeu informações de que o criminoso tinha voltado para favela. Os agentes cercaram a casa e, segundo a polícia, houve confronto.
A corporação informou que Jota foi baleado e levado para o Hospital Salgado Filho, onde morreu.
Em nota, a Polícia Civil informou que a Delegacia de Homicídios foi acionada depois da morte.
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário