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segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Vereador em Duque de Caxias, no RJ, Joaquim Quinzé é morto a tiros

                    Quinzé entrou na política depois de sair da Polícia Militar


 

O vereador de Duque de Caxias Joaquim José Santos Alexandre, o Quinzé, de 66 anos, foi assassinado por volta das 20h30 deste domingo no Parque Novo Rio, em São João de Meriti. Testemunhas disseram a policiais militares que ele foi ao local para visitar uma pessoa e, ao desembarcar de seu carro, levou vários tiros de um homem que estava dentro de um automóvel branco. O criminoso fugiu.
Quinzé entrou na política depois de sair da Polícia Militar. Chegou a ser sargento da corporação. No ano passado, foi eleito pelo PL com 2.364 votos.
O vereador se elegeu pela primeira vez para a Câmara Municipal de Caxias em 2004, pelo PP. Era conhecido como “protetor” de comunidades e estava em seu terceiro mandato. Tinha projetos de assistência para famílias carentes e de iniciação esportiva para crianças e adolescentes.
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga o crime, cuja motivação ainda é desconhecida.

Outros assassinatos - Em março deste ano, o também vereador de Duque de Caxias Danilo Francisco da Silva, o Danilo do Mercado (MDB), e o filho dele, Gabriel da Silva, foram mortos a tiros no bairro Jardim Primavera. Investigações da Polícia Civil levantaram a suspeita de envolvimento do parlamentar com um grupo de extermínio.
Agora, chega a 25 o número de políticos assassinados no estado desde 2018. De acordo com a polícia, boa parte dos crimes tem relação com disputas que envolvem milícias.
Quinzé deixa quatro filhos. Quem assumirá sua vaga na Câmara será Elson da Batata (PL).

Adolescente de 15 anos é morta a tiros na frente da mãe ao sair para comprar almoço

A estudante Juliana Alves, de 15 anos, foi assassinada com pelo menos cinco tiros enquanto saía de casa com a mãe para comprar o almoço. O crime aconteceu na tarde do último sábado (11), em Manaus.

O crime aconteceu por volta do meio-dia. Familiares da vítima, que preferiram não se identificar por medo de represálias, contaram ao portal G1 que Juliana e a mãe estavam na rua quando foram surpreendidas por um homem, ainda não identificado, que saiu de um carro.

"O homem só fez sair do carro e apontar o revólver para a cabeça dela e atirar. Não sabemos o motivo para este crime. Ela era uma menina tranquila e inocente, ainda estudava, estava na nona série e nunca se envolveu em crime nenhum", disse um familiar de Juliana ao portal G1

Testemunhas afirmam, ainda, que a mãe da adolescente chegou a pedir que a filha corresse e se escondesse, mas a adolescente não teve tempo.

"A gente pensava que era até algum motorista perdido pelo bairro atrás de informações sobre a rua, mas não. Ela não teve tempo de defesa. Foi um crime cruel", afirmou o parente da vítima ao portal G1.

Policiais da 13ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) estiveram no local e o caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

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