De acordo com a ANTT, o veículo não tinha autorização do órgão - Bombeiros confirmam 15 mortes no acidente em João Monlevade
O ônibus que caiu de um viaduto em João Monlevade, na Região Central de Minas Gerais, já havia sido autuado três vezes, em 2019, por transporte irregular de passageiros. O acidente da tarde desta sexta-feira (04) deixou 15 mortos, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Outras 24 pessoas ficaram feridas, sendo três em estado grave.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou que o ônibus não tinha autorização. "A empresa está cadastrada na ANTT e tem um Termo de Autorização para prestação de serviço regular concedido pela Justiça, por liminar. No entanto, o veículo em questão não estava habilitado para prestar o serviço de transporte de passageiros".
O ônibus da Localima Turismo, com placa de Alagoas, caiu na BR-381, em um trecho conhecido como "Ponte Torta", perto da entrada para Dom Silvério.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a suspeita é de que o veículo tenha perdido o freio. O motorista pulou do ônibus e fugiu, segundo relatos de testemunhas aos policiais.
A Polícia Civil de Minas Gerais informou que a perícia esteve no local para fazer os primeiros levantamentos e que a causa do acidente será investigada. Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte e para o Posto Médico Legal de João Monlevade.
Transporte irregular - Só em 2019, foram três ocorrências registradas pela polícia envolvendo o veículo de placa "DTD-7253", de Mata Grande (AL). Os autos de infração foram lavrados nos dias 8 de fevereiro, 18 de abril e 8 de julho, em operações contra o transporte irregular.
Nas três ocasiões, "em virtude da indisponibilidade de meios para realização do transbordo dos passageiros", motoristas e passageiros foram liberados para seguir viagem. As pessoas pagaram entre R$ 200 e R$ 250 pelo transporte.
O destino, nessas três ocorrências, era o mesmo: São Paulo. Em nenhuma delas, segundo os registros do Sistema de Segurança Pública do estado de Minas Gerais, foi apresentada autorização do órgão competente para realização de "viagem remunerada de caráter interestadual".
VEJA FOTOS DO ACIDENTE
PM aponta arma para o rosto de colega policial após discussão no Centro de SP
Polícia Militar informou que afastou os dois agentes após imagens circularem nas redes sociais
O agente que apontou a arma para o colega foi preso em flagrante por crime militar
Comando da PM classificou o ato como "gravíssimo e repulsivo"
Vídeos que circulam nesta sexta-feira (04) nas redes sociais mostram dois policiais militares discutindo e um deles apontando a arma para o rosto do outro colega da corporação, no Centro de São Paulo. O caso ocorreu durante a manhã na região da Rua Santa Ifigênia, conhecida pelo comércio popular, com trânsito intenso de pedestres e veículos.
O motivo da briga foi o atraso de 5 minutos na troca de turno do almoço. De acordo com a polícia, o soldado que aponta a arma foi quem atrasou e a reação contra o colega, que é cabo, aconteceu quando ele foi informado que o atraso seria relatado ao comando superior.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que os agentes da Polícia Militar (PM) envolvidos na discussão foram afastados do patrulhamento de rua assim que as filmagens chegaram ao conhecimento da corporação.
O agente que apontou a arma para o colega de farda foi preso em flagrante pela própria PM por crime militar e violência contra superior qualificada pelo uso de arma, que é um crime militar inafiançável. Ele foi conduzido ao Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte da capital.
Por meio de nota, o comando da PM classificou a atitude dos dois policiais como "gravíssima e repulsiva" e disse que a ameaça com arma em punho "viola frontalmente os valores fundamentais da Instituição, especialmente a disciplina, a hierarquia, o profissionalismo, a honra e a dignidade humana, exigindo assim punições severas, na medida de sua gravidade".
Nas imagens compartilhadas nas redes sociais e aplicativos de mensagens de celular, os PMs usam máscaras e discutem. Em seguida, um deles aponta a arma na direção do rosto do colega da corporação, que empurra seu braço, afastando a arma.
Os vídeos mostram um dos PMs com a arma em punho o tempo todo, mas ele não atira. Pessoas que assistem e filmam a cena começam a gritar: "guerra de PM". Outros policiais militares da equipe, que acompanham a briga, não intervêm e apenas observam.
Posteriormente o policial que havia apontado a arma aparece se afastando. Ele teria sido preso nesse momento pelos outros policiais.







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