Ministro da Saúde falou nesta quinta-feira sobre o trabalho da pasta contra o novo vírus.
O número de casos suspeitos de coronavírus no Brasil caiu de 11 para 9 de acordo com a última atualização feita pelo Ministério da Saúde na manhã desta quinta-feira (6). A quantidade foi divulgada pela pasta durante uma apresentação sobre o atual cenário da doença.
Durante a reunião, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, falou sobre a necessidade de estados e municípios realizarem seus planejamentos com o objetivo de definir as estratégias, de acordo com cada realidade, para se preparar contra o vírus.
– Estamos no momento de planejar. Isso significa que cada estado deve fazer reuniões com suas cidades para definir a estratégia de acordo com a lógica local – orientou.
Os estados que concentram as maiores quantidades de casos suspeitos são o Rio Grande do Sul e São Paulo, com 3. Já em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, o número é de apenas 1 pessoa suspeita em cada uma das três unidades da federação.
(Pleno News)
Sem ICMS, litro de gasolina custaria menos de 3 reais no Ceará
No Ceará, a alíquota do ICMS sobre a gasolina é de 29%, assim como em sete outros estados - no Nordeste, apenas o Piauí tem uma alíquota mais alta, de 31%. Para o diesel, a alíquota cearense é de 25%, igual a outros nove. Com isso, cerca de um terço do preço dos combustíveis são impostos estaduais.
O cearense desembolsa, em média, R$ 1,334 de ICMS por litro de gasolina, o sexto maior valor do País, ao lado de Pernambuco. E paga R$ 0,658 do imposto por litro de diesel, de acordo com dados da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis).
O desafio lançado pelo presidente Jair Bolsonaro aos estados ontem (5), de zerar a incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis, custaria ao Ceará cerca de R$2,6 bilhões ao ano. O montante, recolhido pelo Governo estadual com essa tributação no ano passado, equivale a cerca de 20% de toda a arrecadação com ICMS no período (R$13,1 bilhões).
Em uma nova escalada da tensão com os governadores, o presidente reclamou que o Governo tem tido problemas com o valor alto do combustível e voltou a responsabilizar os estados pela alta incidência de impostos sobre o setor, dizendo que cortaria os tributos federais sobre os combustíveis se os chefes dos governos estaduais fizessem o mesmo.
(A Voz de Sta. Quitéria)


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