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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Polícia Civil indicia O ginasta olímpico brasileiro Petrix Barbosa e participante pode deixar ‘BBB20’

Após três acusações de assédio sexual dentro do Big Brother Brasil, a Polícia Civil carioca – por meio da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM) de Jacarepaguá – entregou na tarde desta segunda-feira 3 uma intimação ao ginasta olímpico brasileiro Petrix Barbosa.

Segundo o documento entregue no Projac, onde o BBB é gravado, Petrix tem até a sexta-feira 7 para sair da casa do programa e se apresentar à polícia para prestar depoimento sobre os casos de assédio em que estaria envolvido. Como o participante compõe o paredão desta semana, caso ele saia nesta terça-feira 4 pelo voto do público nem será preciso deixar o programa para cumprir a determinação.
Em duas ocasiões, Petrix chacoalhou a participante Bianca Andrade, conhecida como Boca Rosa no mundo das blogueiras. Em uma delas, o rapaz afagou a moça por trás com movimentos dignos de um cachorro tarado pela perna do dono. Na primeira vez, a jovem estava bêbada e logo o público percebeu a mão boba de Petrix no seio da moça: ela, porém, o inocentou durante uma conversa com a produção da Globo no dia seguinte, dizendo que não se lembrava de ter sido constrangida.
Em outro momento, Petrix esfregou suas partes íntimas na cabeça de outra participante, Flayslane, que estava sentada no chão, também bêbada após uma festa.
A nova edição do reality tem causado barulho nas redes sociais ao mostrar um grupo de macho das cavernas que tem provocado repúdio e oposição.
A diretoria de mulheres da OAB no Rio de Janeiro chegou a escrever uma carta de repúdio ao tratamento dado às mulheres pelos participantes homens do reality. Na nota, assinada por Marisa Gaudio e Rebeca Servaes, a entidade afirma que é “extremamente preocupante que comportamentos como esses sejam veiculados em rede nacional de forma naturalizada”.

 Informações com REVISTA VEJA

Salários na Segurança Pública: secretário anuncia "pacote de valorização" e causa revolta e descontentamento na tropa



O secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, delegado federal André Costa, usou as redes sociais na última sexta-feira (31), para anunciar o reajuste de salários de policiais civis e militares, bombeiros e peritos cearenses. Não houve entrevista coletiva. O reajuste será parcelado em quatro vezes, sendo finalizado somente em dezembro de 2022. Nas redes sociais, a categoria mostrou um descontentamento geral e anunciou novos protestos de rua.

O reajuste foi denominado pelo secretário André Costa como “Pacote de Valorização Profissional”. O gestor ressaltou que: “Mais uma vez o governador honra o seu compromisso com a tropa, e hoje, conseguimos bater o martelo em relação ao pacote de valorização profissional na área da Segurança Pública.”

E prosseguiu: “Este é o maior pacote de valorização profissional na história do Ceará. Agira, vamos prepará-lo para ser encaminhado à Assembléia Legislativa ainda neste mês de fevereiro para que já comece a ser pago a partir de março”, declarou André Costa em um vídeo no Instagram, em que aparece ao lado dos titulares dos órgãos vinculados à SSPDS (Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Polícia Civil e Perícia Forense).

Descontentamento

O “pacote” será pago em quatro parcelas, sendo a primeiro em março de 2020, a segunda em março de 2021, a terceira em março de 2022 e a quarta em dezembro de 2022. “Todos os profissionais da Segurança , praças, oficiais (da PM e do Corpo de Bombeiros), inspetores, escrivães e delegado (da Polícia Civil), peritos, médicos legistas, auxiliares de perícia e peritos adjuntos (da Pefoce), todos receberão melhorias salariais”, ressaltou o secretário. 

Nas redes sociais, entretanto, o anúncio do reajuste salarial foi criticado pela maioria dos profissionais. O descontentamento atingiu, principalmente, as praças (soldados, cabos, sargentos e subtenentes) da PM e do Corpo de Bombeiros. Diante disso, eles marcaram um novo protesto que deve acontecer na próxima quinta-feira (6), na Assembleia Legislativa. 

Os críticos afirmam que, após quatro anos sem reajuste, a categoria sequer teve recompostos os vencimentos pela a perda salarial por conta da inflação acumulada.

VEJA AS TABELAS DO REAJUSTE:
(Fernando Ribeiro)

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