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domingo, 2 de fevereiro de 2020

Brasil registra 16 casos suspeitos de coronavirus


O Ministério da Saúde atualizou em 16 o número de casos considerados suspeitos de coronavírus no país. Segundo balanço divulgado às 12h de hoje (1º), já foram descartados outros dez casos.

A unidade federativa que apresenta maior número de casos suspeitos é São Paulo, com 8 ocorrências. Duas suspeitas já foram descartadas no estado. O Rio Grande do Sul registra, neste momento, 4 casos suspeitos; outros três já foram descartados.

Em Santa Catarina, até o momento, já foram levantadas 2 suspeitas; dois outros casos foram descartados.

A lista inclui ainda o Paraná e o Ceará, com um caso suspeito em cada.

Os coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960 e já estiveram associados a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de 8 mil pessoas. Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.

A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da Organização Mundial da Saúde (OMS) na China buscava respostas para casos de uma pneumonia de etiologia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan.

Na última quinta-feira, a OMS declarou estado de emergência global em saúde devido ao coronavírus.

Nesta semana, a Agência Brasil publicou matéria esclarecendo as principais dúvidas com relação ao novo coronavírus.

Com informações Notícias ao Minuto

Taxa de desemprego no Brasil caiu para 11,9% no ano passado


A taxa média de desemprego no Brasil caiu de 12,3% em 2018 para 11,9% no ano passado, com 12,6 milhões de pessoas sem trabalho no país, resultando na segunda queda anual consecutiva, anunciaram hoje fonte oficiais.Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que frisou, porém, que na comparação com 2014, ano em que foi registrado o menor valor de desemprego (6,8 milhões de desempregados) desde que o indicador é contabilizado, a população sem trabalho quase duplicou em 2019, crescendo 87,7% em cinco anos.

Tendo em conta os números por trimestre, a taxa de desemprego nos últimos meses de outubro, novembro e dezembro fixou-se nos 11%, numa queda de 0,8 pontos percentuais face ao trimestre antecessor, de julho a setembro.

Na comparação com o último trimestre de 2018, registrou-se uma queda de 0,6 pontos percentuais, com a taxa de desemprego a atingir 11,6%.

Por outro lado, a população empregada (94,6 milhões de pessoas) cresceu 0,8% nos últimos três meses de 2019, em relação ao trimestre anterior, num aumento de mais 751 mil cidadãos com trabalho.

"Verificamos um aumento significativo (de postos de trabalho) ao longo do ano. Isso tem a ver com contratações em diversas áreas e uma reação do comércio a partir do fim do ano. Claro, devemos levar em consideração a sazonalidade característica do fim do ano. Precisamos esperar para verificar se essas pessoas permanecerão empregadas", afirmou a analista do IBGE, Adriana Beringuy, citada pelo portal de notícias G1.

Os trabalhadores por conta própria cresceram 4,1% no ano que passou, em relação a 2018, atingindo 24,2 milhões pessoas.

Já o trabalho informal - quando uma pessoa labora sem contrato, por conta própria, para empresas não registadas ou que trabalha para familiares sem remuneração -- atingiu 41,1% da população empregada, o equivalente a 38,4 milhões de pessoas, o maior contingente desde 2016, apesar do valor se manter estável em relação a 2018.

O Brasil encerrou 2019 com 11,6 milhões de trabalhadores sem contrato de trabalho no setor privado (à exceção dos empregados domésticos), com um aumento de 4% face 2018, o maior patamar da série histórica iniciada em 2012.

O número de trabalhadores domésticos chegou a 6,3 milhões, permanecendo praticamente estável em relação à estimativa de 2018 (6,2 milhões).

Na média anual, o total de trabalhadores com contrato assinado chegou aos 33,2 milhões, num aumento de 1,1% (mais 356 mil pessoas) em relação a 2018.

Em 2019, a média de rendimento mensal no Brasil ficou em 2.330 reais (493 euros), com um ligeiro crescimento de 0,4% face a 2018.

Com informações Notícias ao Minuto

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