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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Profissionais do Cariri temem fim da regionalização do Samu

Profissionais que atuam no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) encampam, junto a políticos do Cariri, uma campanha para que a Central de Regulação Médica do serviço não seja extinta da região.
Atualmente, a central está localizada em Juazeiro do Norte, mas seria unificada, junto às outras 13 centrais, e passariam a operar em Eusébio, cidade da Região Metropolitana de Fortaleza.
O movimento de unificação foi temporariamente contido pela atuação de lideranças políticas do Cariri, mas os trabalhadores do serviço permanecem temerosos.
“A justificativa para centralizar e levar tudo para Eusébio seria a redução de custos”.
Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e socorristas que atuam em casos de emergência básicos e avançados percorreram Câmaras de Vereadores da região, em busca de apoio dos representantes políticos locais para a manutenção da central no Cariri.
Eles entendem que a mudança prejudicaria as operações do Samu na região, reduzindo a qualidade do serviço.

Abril termina com chuvas acima da média histórica para o Ceará

A exemplo do que ocorrera nos três primeiros meses do ano, abril também terminou com chuvas acima da média histórica. A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) observou o equivalente a 201.9 milímetros de chuva.

O volume pluviométrico do último mês representa desvio positivo de 7.4%, ante a média histórica para o período, que é de 188 milímetros. Em janeiro, o desvio foi de 10.6%; em fevereiro, o maior desvio, com 45.4%; e março choveu 15.6% a mais da média para o período.

Somados os volumes dos últimos três meses (fevereiro, março e abril) as precipitações já atingiram a média histórica para o período da quadra chuvosa - que se inicia em fevereiro e se estende até o fim de maio.

O órgão contabilizou o acumulado de 609,6 milímetros. Caso as chuvas em maio alcançassem a média para o período, que é de 90.6 mm, o Estado ultrapassará a média histórica para a quadra chuvosa.

Contraponto

Apesar dos significativos números, as chuvas no Ceará continuam irregulares, isto é, chove bem em uma determinada região e, em outra, há volumes diminutos. Neste ano, as precipitações têm se concentrado na região Norte do Estado.

O cenário desfavorece os principais açudes cearenses. Os três maiores acumulam baixos volumes. O Castanhão, está com 5.40%; Orós, com 8.88% e o Açude Banabuiú, 7.81%.

Dos 155 açudes monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), 73 ainda estão com volume abaixo dos 30% e 20 estão no volume morto.

Seis (Faé, Madeiro, Serafim Dias, Adauto Bezerra, Salão e Favelas) estão totalmente secos. Ainda conforme dados do órgão, 32 reservatórios estão sangrando e outros seis possuem volume acima dos 90%.

Últimas 24 horas

Entre as 7 horas de terça-feira e 7 horas desta quarta (dia 1º), choveu em pelo menos 83 dos 184 municípios cearenses, conforme a Funceme. As cidades de Aracati (74 mm), Beberibe (67 mm) e Aquiraz (62 mm) tiveram os maiores volumes pluviométricos do Estado neste período. Com informações do Diário do Nordeste.

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