As cantoras Luísa Sonza e Paula Fernandes bateram um papo sobre relacionamento e carreira nesta quinta-feira. Casada há um ano com o youtuber Whindersson Nunes, a gaúcha comentou com a mineira sobre subir ao altar aos 19 anos e sobre o início do namoro. Já Paula Fernandes afirmou como se comporta no início do flerte, afirmando que se faz de "difícil": "Encanta mais. Não gosto de ser muito facinha, não. Sou menina do mato e sei como funcionam as coisas". A cantora terminou em abril seu relacionamento com o empresário Gustavo Lyra.
Luísa, por sua vez, disse estar vivendo uma fase plena no amor:
"A sensação de estar nos braços do amor é de paz, carinho, é de se sentir em casa", disse a cantora, de 20 anos. "Casa não é necessariamente um lugar, é sentir que tem o seu porto seguro ali. Com o Whindersson foi a única vez que senti isso e quero ele para toda a minha vida. E é incrível como está crescendo".
Em entrevista a Paula Fernandes na websérie "Hora certa", a loira também relembrou como foi o relacionamento dos dois:
"Ele fazia covers na internet e me convidou para fazer um cover. Ele viu vídeos, me cinvidou para cantar. Até então, ele não demonstrou nada. Mas hoje eu sei que ele tinha segundas e terceiras intenções (...) Aí depois decidimos fazer shows juntos e conviveu. Eu ia nos banheiros, ligava para as minhas amigas e dizia: 'Acho que estou apaixonada por ele'. Eu não sabia o que era paixão, o que era amor, e ligava. Sou daquelas que não gosta de me apaixonar. Queria curtir a vida. Mas quando acontece é diferente. Eu tinha 17 anos e tinha acabado de sair de um relacionamento".
Já Paula Fernandes afirmou que gosta de se fazer de difícil durante o flerte: "Encanta mais. Não gosto de ser muito facinha, não. Sou menina do mato e sei como funcionam as coisas".
As duas também trocaram figurinhas sobre sensualidade. A mineira afirmou: "Eu sempre fui muito tímida (...) Eu acho você muito sexy, mas não te acho vulgar e esse é o barato. É o fato de você ter formas". Paula voltou atrás: "Tem dia que me acho sexy, tem dia que não"
extra.globo.com
Bolsonaro facilita porte de arma a agentes de trânsito, políticos e jornalistas policiais
Decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro facilita o porte de armas para categorias, entre elas agentes de trânsito, caminhoneiros e políticos eleitos.
Com a determinação do presidente, as profissões determinadas não precisarão mais comprovar "efetiva necessidade" para ter o direito ao porte de arma, que permite que as pessoas transportem armas fora de casa. Essa medida é uma exigência do Estatuto do Desarmamento, lei criada em 2003.
De acordo com o decreto, a comprovação de efetiva necessidade será entendida como cumprida para as seguintes categorias:
- Advogado;
- Agente de trânsito;
- Agente público da área de segurança pública (“inclusive inativo”);
- Colecionador ou caçador com Certificado de Registro de Arma de Fogo expedido pelo Comando do Exército;
- Detentor de mandato eletivo nos Poderes Executivo e Legislativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
- Dono de estabelecimento que comercialize armas de fogo ou de escolas de tiro ou dirigente de clubes de tiro;
- Funcionários de empresas de segurança privada e de transporte de valores;
- Instrutor de tiro ou armeiro credenciado pela Polícia Federal;
- Oficial de justiça;
- Motoristas de empresas e transportadores autônomos de cargas;
- Profissional da imprensa que atue na cobertura policial;
- Conselheiro tutelar;
- Residente em área rural
Durante cerimônia no Palácio do Planalto para a assinatura do decreto nessa terça-feira, Bolsonaro disse que ele facilitaria o porte para caçadores, colecionadores e atiradores (CACs), mas não citou as outras profissões.
No texto, ainda há novas regras para o uso de armas e munições. Poderão ser adquiridas, anualmente, cinco mil munições para armas de uso permitido e mil para arma de uso restrito. Os estabelecimentos que comercializam armas de fogo e munições, credenciados no Comando do Exército, deverão informar mensalmente as vendas que efetuarem e a quantidade disponível em estoque.
A decisão ainda exige que a arma seja portada exclusivamente para defesa pessoal e de forma encoberta, ficando vedada a possibilidade de andar com a arma visível. O titular também não poderá conduzi-la em estado de embriaguez, "sob o efeito de drogas ou medicamentos controlados que provoquem alteração do desempenho intelectual ou motor".
Para moradores de área rural, poderá ser concedido, na categoria de caçador de subsistência, uma arma de fogo portátil, de uso permitido, de tiro simples, com um ou dois canos, de alma lisa e de calibre igual ou inferior a 16. Os interessados devem anexar, junto ao requerimento, um comprovante de residência em área rural, original e cópia da cédula de identidade e atestado de bons antecedentes.
O decreto se distingue do que foi assinado no dia 15 de janeiro, sobre a posse de arma. Nessa oportunidade, o presidente falou, em sua conta pessoal do Twitter, que a determinação era "apenas o primeiro passo".


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