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quinta-feira, 2 de maio de 2019

Explosão destrói fábrica clandestina de fogos de artifício, atinge casas e deixa feridos em Juazeiro do norte


Uma explosão destruiu uma fábrica de fogos de artifício clandestina na manhã desta quinta-feira (2) no Bairro Frei Damião, em Juazeiro do Norte, na Região do Cariri do Ceará. Pelo menos seis pessoas ficaram feridas durante o ocorrido, segundo o Corpo de Bombeiros do município.

O major dos Bombeiros Noberto Santos disse que cinco pessoas estavam dentro da fábrica no momento da explosão. Uma delas estava trabalhando com a fabricação dos produtos.

"Aqui tomamos conhecimento que funciona uma fábrica clandestina de fogos de artifício. Uma casa que não tinha autorização para funcionar. Tinha cinco pessoas dentro da casa. Parte dessas pessoas eram moradores", disse o major.

Casas atingidas

O Corpo de Bombeiros informou que duas residências que ficam próximas à fábrica foram danificadas. De acordo com o tenente Eno, do Corpo de Bombeiros de Juazeiro do Norte, agentes da corporação foram direcionados ao local para apagar o fogo e socorrer as vítimas.

“Segundo informações de populares, [no local] funcionava uma casa clandestina de fogos de artifício. Estamos esperando a equipe terminar de fazer o rescaldo para ver se existe alguma vítima debaixo dos escombros”, disse o tenente Eno.

Ambulâncias do Samu também foram acionadas ao local. Segundo a enfermeira Ivanécia Sampaio, os feridos têm idades entre 21 e 31 anos. "Um das vítimas teve queimaduras extensas e os demais estão estáveis. A ambulância vai remover as vítimas e deve vir outra para atender outras possíveis vítimas", informou enfermeira.

Um dos feridos é um homem que trabalhava em uma obra em uma casa afetada pela explosão. Ele foi socorrido e encaminhado para o Hospital Regional de Juazeiro do Norte com queimaduras pelo corpo. O estado de saúde dele não foi informado pela unidade de saúde.

As causas da explosão ainda não foram confirmadas. O responsável pelo local também não foi identificado.

Com informações G1

Sem reduzir desemprego, Bolsonaro reconhece dificuldade em seu governo


Sem conseguir reduzir a taxa de desemprego, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu nesta quarta-feira (1º) que o seu mandato enfrenta "dificuldades iniciais" e creditou o obstáculo às diferenças ideológicas com governos anteriores.

Em pronunciamento em cadeia nacional, em razão do Dia do Trabalho, ele não anunciou nenhuma medida nova e só se referiu à data uma vez em seu discurso. No primeiro trimestre, a taxa de subutilização da força de trabalho bateu recorde.

"O caminho é longo. Eu sei que unidos ultrapassaremos essas dificuldades iniciais, que são naturais nas transições de governo. Especialmente se as concepções politicas forem antagônicas", disse.

Segundo ele, o Brasil elegeu a "esperança", razão pela qual o presidente disse que estará sempre atento para não decepcionar a população. Ele ressaltou que o compromisso de seu governo é com a liberdade econômica.

Segundo pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na terça-feira (30), ao todo, 13,4 milhões de brasileiros procuravam emprego no primeiro trimestre deste ano.

A taxa de subutilização da força de trabalho chegou a 25%. Isso significa que 28,3 milhões de brasileiros não trabalharam ou trabalharam menos do que gostariam no período. É o maior índice desde o início da série histórica da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) Contínua, iniciada em 2012.

Em dois minutos de discurso, Bolsonaro ocupou a maior parte do tempo para detalhar iniciativa anunciada na terça-feira (30), batizada de "medida provisória da liberdade econômica", fazendo um afago aos empreendedores.

Na recessão, a atividade acabou ganhando relevância no sustento das famílias brasileiras. O objetivo da iniciativa lançada pelo governo foi, segundo o presidente, simplificar os negócios.

"Esse é o compromisso do meu governo com a plena liberdade econômica, única maneira de proporcionar, por mérito próprio e sem interferência do Estado, o engrandecimento da população", disse.

Pelo texto, atividades de baixo risco para subsistência serão poupadas de burocracia, como a exigência de licenças, alvarás e registros.

A medida também limita a atuação de servidores públicos. As agências regulatórias e outros órgãos federais, por exemplo, deverão avaliar o impacto econômico de novas exigências sobre os negócios antes de baixar normas.

Além disso, ela formaliza a "aprovação tácita", prática segundo a qual vale a autorização caso o órgão público não responda em tempo. Há outras iniciativas, como a previsão de livre fixação de preços de produtos e serviços.

Segundo o presidente, a iniciativa "dá garantias de livre mercado" à atividade de empreendedores.

Com informações Folhapress

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