A doação de sangue, plaquetas e medula óssea é um gesto de amor ao próximo que pode salvar vidas. E é com essa certeza que familiares, amigos e colegas de trabalho têm mobilizado uma rede de solidariedade pela saúde da repórter Marina Alves, da TV Verdes Mares. Em tratamento contra um linfoma, ela precisa de doações.
O apelo foi feito pelo apresentador Luiz Esteves durante o CE1 deste sábado (11). Além de fazer um chamado por doações que podem ajudar Marina e outras pessoas, ele detalhou orientações sobre como e quem pode doar.
Para efetuar a doação de sangue, os candidatos precisam estar saudáveis, bem alimentados, pesar acima de 50kg e ter entre 16 e 69 anos.
É ainda necessário apresentar um documento oficial com foto e um termo de consentimento formal dos responsáveis legais para os menores de idade.
Para doar plaquetas, é necessário estar saudável, ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 60kg e não ter recebido transfusão de sangue anteriormente.
Ainda é recomendado estar bem alimentado, ter repousado pelo menos seis horas na noite anterior, não ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação e evitar fumar pelo menos por duas horas antes do procedimento.
Já para a doação de medula óssea, é necessário realizar um cadastro em um dos postos do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce).
Os requisitos são: ter entre 18 e 35 anos, não ter tido câncer e apresentar documento de identidade.
Ao realizar o cadastro, será recolhida uma amostra do sangue do candidato para verificar a compatibilidade com os pacientes que estão aguardando um transplante.
O cadastro de doação de medula óssea é nacional e os voluntários podem ser chamados para doar para qualquer paciente que precise em todo o Brasil.
Os interessados devem procurar o Fujisan portando documento de identificação com foto de segunda a sexta-feira, entre 7h30 e 15h, e no sábado, entre 7h30 e 11h.
Aras pede para STF suspender MP das fake news editada por Bolsonaro na véspera do 7 de Setembro
O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) a suspensão da medida provisória que limita a remoção de conteúdos das redes sociais.
Em aceno à militância digital que o apoia, o presidente Jair Bolsonaro assinou a MP na véspera do 7 de Setembro, marcado por manifestações de raiz golpista.
O texto editado pelo Palácio do Planalto impede que as redes sociais decidam sobre a exclusão de contas ou perfis apenas com base nas próprias políticas de uso.
"A alteração legal repentina do Marco Civil da Internet", disse Aras, "com prazo exíguo para adaptação, e previsão de imediata responsabilização pelo descumprimento de seus termos geram insegurança jurídica para as empresas e provedores envolvidos, mormente em matéria com tanta evidência para o convívio social nos dias atuais".
A manifestação da Procuradoria foi enviada nesta segunda-feira (13) à ministra Rosa Weber, relatora no Supremo de ações de partidos políticos que contestam a medida provisória.


Nenhum comentário:
Postar um comentário