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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Grávida recusa vacina contra o coronavirus e morre duas semanas após o parto


A enfermeira norte-americana Davy Macias, de 37 anos, contraiu o coronavírus e morreu duas semanas após dar à luz o filho mais novo. Ela havia se recusado a tomar a vacina durante a gravidez. As informações são do Diário do Nordeste.

De acordo com uma publicação do portal Metro, do Reino Unido, a família de Davy relatou que enfermeira temia tomar a vacina durante a gravidez. A enfermeira trabalhou em um hospital na Califórnia até o sétimo mês de gestação.

Davy era mãe de mais quatro filhos, que também foram infectados. O marido da Davy, Daniel, também contraiu a doença e precisou ser internado.

Os filhos de Davy se recuperaram, mas Daniel está em estado crítico e ainda não sabe sobre o falecimento da esposa. A família está divulgando a história para convencer outras pessoas a se vacinarem.

Após ameaças de Bolsonaro, PSDB, PSD, Solidariedade e MDB cogitam impeachment


Os ataques do presidente Jair Bolsonaro nas manifestações de 7 de Setembro mobilizaram PSDB, PSD, Solidariedade e MDB a discutirem um apoio ao impeachment do chefe do Executivo. Os tucanos marcaram uma reunião já para esta quarta-feira, 8. O movimento chama atenção porque é a primeira vez que a executiva do PSDB é convocada para discutir o tema. Integrantes do partido dizem que é preciso interditar os avanços antidemocráticos de Bolsonaro antes que seja tarde demais. Além disso, os atos de Bolsonaro fizeram a discussão ganhar força para além das legendas de oposição. 

Até a próxima semana, a possibilidade de os partidos engrossarem a defesa pelo impedimento de Bolsonaro será discutida internamente em cada sigla. Dirigentes partidários ouvidos pelo Estadão/Broadcast afirmam ainda não haver consenso e nem decisão consolidada nas bancadas do Congresso. 

O aumento do tom de Bolsonaro, no entanto, provocou pressão por uma resposta mais dura no Legislativo. Além disso, segundo eles, o número de apoiadores nas ruas não foi pequeno, mas é menor do que aliados de Bolsonaro esperavam. 

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a quem cabe decidir sobre o andamento dos pedidos de impeachment, afirmou a interlocutores que iria ouvir os partidos sobre o tema. Em sua gaveta, há 124 pedidos de cassação do mandato de Bolsonaro, mas líderes partidários acreditam que Lira deve continuar alinhado ao presidente.

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