A ação faz parte de uma estratégia piloto do Ministério da Saúde, que pretende imunizar pelo menos 50% da população desses municípios. O público-alvo inicial será formado por pessoas com idade entre 15 e 59 anos.
Nesta primeira etapa, serão utilizadas parte das 1,3 milhão de doses produzidas pelo Instituto Butantan. O primeiro lote também contemplará profissionais da atenção primária que atuam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Com o aumento da produção, viabilizado por uma parceria de transferência de tecnologia entre o Butantan e a empresa chinesa WuXi Vaccines, a vacinação será ampliada gradualmente para outros municípios e estados do país.
A vacina já foi aprovada pela Anvisa e apresentou 74,7% de eficácia geral e 91,6% de proteção contra casos graves de dengue. Estudos indicam ainda que o imunizante reduz a carga viral em pessoas infectadas, contribuindo para quadros menos severos da doença.
Matheus Moreira/ Agência News Cariri
Anvisa libera novo medicamento para fase inicial do Alzheimer
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou um novo medicamento, o Leqembi, para tratamento de pacientes diagnosticados na fase inicial da doença de Alzheimer. A aprovação foi publicada no Diário Oficial da União no dia 22 do mês passado.

O remédio, produzido com o anticorpo lecanemabe, é indicado para retardar o declínio cognitivo das pessoas que já apresentam demência leve causada pela doença.
Segundo o registro da Anvisa, o lecanemabe reduz as placas beta-amiloides no cérebro. O acúmulo dessas placas é uma característica definidora da doença de Alzheimer. O produto é uma solução para diluição para infusão.
Estudo
A Anvisa divulgou que o medicamento teve a eficácia clínica avaliada em um estudo principal que envolveu 1.795 pessoas com doença de Alzheimer em estágio inicial, que apresentavam placas betaamiloides no cérebro e receberam o Leqembi ou placebo.
“A principal medida de eficácia foi a mudança nos sintomas após 18 meses”, apontou a Anvisa. A avaliação ocorreu a partir de uma escala de demência denominada CDR-SB, utilizada para testar a gravidade da doença de Alzheimer em pacientes.
A escala inclui questões que ajudam a determinar o quanto a vida diária do paciente foi afetada pelo comprometimento cognitivo. Segundo o estudo, no subgrupo de 1.521 pessoas, os pacientes tratados com o novo medicamento apresentaram um aumento menor na pontuação CDR-SB do que aqueles que receberam placebo.
Fonte: Agência Brasil/ EBC
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