Web Radio Cultura Crato

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Com pouco mais de 2 mil unidades no Brasil, Anatel inicia a retirada definitiva de orelhões em 2026


Foto José Cruz/ Agência Brasil
O ano de 2026 marca o início do fim dos orelhões no Brasil, símbolos de uma era em que a comunicação dependia de fichas, cartões e filas nas esquinas das cidades. A retirada definitiva desses aparelhos ainda soa como surpresa para muitos brasileiros, como a lojista Branca Soki, de 47 anos, que relembra com nostalgia o papel dos telefones públicos no cotidiano entre as décadas de 1970 e o início dos anos 2000. 

Segundo Branca, o orelhão era mais do que um meio de comunicação: era também um espaço de convivência. “Você andava com a ficha no bolso, enfrentava fila, conversava com gente que nunca tinha visto. Era assim que a gente se comunicava”, relembra. O apego é tanto que ela conta ter parado recentemente para fotografar um dos poucos aparelhos ainda existentes, hoje cada vez mais raros nas grandes cidades.

A mudança ocorre com o fim das concessões do serviço de telefonia fixa das cinco empresas responsáveis pelos orelhões. Com isso, as operadoras deixam de ser obrigadas a manter telefones públicos. Já a partir deste mês de janeiro, cerca de 30 mil carcaças de orelhões começam a ser removidas de ruas e avenidas em todo o país, acelerando o desaparecimento desses equipamentos do espaço urbano.

Como contrapartida, as empresas deverão investir em redes de banda larga e telefonia móvel. Alguns orelhões ainda poderão permanecer até 2028, mas apenas em cidades onde não exista outro tipo de serviço de telefonia disponível. Mesmo assim, a tendência é de extinção quase total dos aparelhos nos próximos anos.

Para quem dependeu deles, a despedida vem acompanhada de lembranças marcantes. Renata Nunes, que morava no interior, usava o orelhão como principal forma de contato com familiares na capital. Já João Soares, que conheceu os aparelhos nos anos 1970, lembra da praticidade em comparação às antigas centrais telefônicas e sentiu falta dessa facilidade quando viveu no exterior.

Nas redes sociais, internautas também têm compartilhado memórias, como Nélio Lopes, que recordou o papel de “atendente oficial” de quem morava perto de um orelhão. Wanderley dos Santos lamenta o fim de uma era em que era possível sair de casa sem celular e ainda assim se comunicar.

Com informações do Portal GC Mais

 

Discussão termina com morte de casal no Ceará

Foto Reprodução 
Um homem e uma mulher morreram neste fim de semana após uma discussão na qual os dois acabaram perfurados com um objeto cortante, no bairro Quintino Cunha, em Fortaleza. O homem morreu na sexta-feira (9), enquanto a mulher chegou a ser internada, mas morreu neste último domingo (11).

A mulher foi identificada como Liazy Sousa, de 29 anos. Já o homem foi informalmente identificado apenas como Diniz, de 46 anos. A discussão ocorreu na casa onde eles moravam.

Conforme relato de amigos, o dois estavam em processo de separação. Ainda segundo o relato, na sexta-feira (9), após uma discussão por causa do término, o homem teria esfaqueado Liazy e depois, ao vê-la no chão, teria se ferido na região do pescoço.

A Polícia não confirmou nem negou a versão, informando apenas que "ambos foram lesionados por um objeto perfurocortante e socorridos a unidades hospitalares".

Apesar de ter sido socorrido, o homem morreu ainda na sexta-feira. Já Liazy teria sido atingida no peito, no abdômen e nas pernas. Ela ficou internada na UTI até a madrugada deste domingo, quando veio a óbito.

Eles não tinham filhos do relacionamento, mas os dois tinham filhos de outras relações. Por meio de nota, a Secretaria de Segurança Pública do Ceará (SSPDS) informou que o caso será investigado pela Polícia Civil.

Com informações do G1 Ceará.

Nenhum comentário:

Postar um comentário