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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Teve o celular roubado? Saiba como tirar seu WhatsApp dele

Você teve o celular roubado e não quer que os criminosos tenham acesso aos dados ou usem o seu WhatsApp para enganar amigos e parentes? É simples resolver isso. Vamos te ensinar como retirar seu número do cartão SIM (chip) antigo e como recuperar o número no novo SIM.
 

Como tirar seu número do WhatsApp

1 – Ligue para a operadora e bloqueie seu número.


2 – Envie um e-mail (em inglês) para support@whatsapp.com pedindo a suspensão da conta.

3 – No e-mail, escreva seu telefone no padrão internacional. Ex: 55 ddd (como o 85 que é o de Fortaleza) xxxx-xxxx.

4 – Instale um novo cartão SIM no telefone (você pode manter ou trocar o número neste momento.

5 – Ao instalar o app no telefone, você consegue reativar a conta no próprio WhatsApp.

Mas como apagar a conta do WhatsApp?

1 – Abra o aplicativo WhatsApp

2 – Toque em Mais, depois em configurações e, por fim em apagar conta

3 – Digite o número do seu telefone no formato internacional completo e toque em continuar na parte inferior da tela para apagar sua conta

Gate atua com déficit de explosivistas no Ceará e PMs especializados são acionados de outros estados

Por conta da investigação da tragédia de Milagres, onde morreram 14 pessoas, sendo seis reféns, 12 policiais militares do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foram afastados, entre eles quatro explosivistas e dois snipers.

O Gate possui um efetivo de 64 policiais e está trabalhando com 82% do efetivo. Para atuar na Companhia é necessário ter o curso de ações táticas ou o curso dos "Caveiras", que é o Curso de Operações Especiais (Coesp). Dentro do Gate, ainda existe o esquadrão antibombas, que possui explosivistas e profissionais capacitados ao manuseio de artefatos explosivos.

O procedimento adotado é que em todas as ocorrências com explosivos o Gate seja acionado para transporte, manuseio e detonação dos artefatos. Em 2016, o Grupo de Ações Táticas Especiais atendeu 33 ocorrências com explosivos, em 2017 foram 32 casos. Nestes, a maioria era referente a explosões em agências bancárias no interior do Estado. Nos três primeiros meses de 2018, o número deu um salto para 12 ocorrências em menos de três meses.

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