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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Saiba custo de arma e licença após decreto de Bolsonaro


De acordo com a publicação, a parte mais cara do processo é a compra da arma. Os valores, que variam de acordo com o modelo e o calibre, parte de cerca de R$ 3,5 mil.

O cálculo mais conservador, que considera um custo total de cerca de R$ 4 mil, pressupõe que o cidadão vai optar por uma das armas mais baratas do mercado e que não necessitará de aulas práticas para ser aprovado no teste de tiro exigido pela Polícia Federal (PF).

Se o cidadão não souber atirar, terá de desembolsar mais R$ 500 a R$ 600 em um curso básico.

Continuam sendo obrigatórios o laudo que atesta aptidão psicológica (R$ 200 a consulta com profissionais credenciados) e a comprovação de capacidade técnica para o manuseio da arma de fogo (média de R$ 250). Os valores foram levantados pela reportagem em Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

A taxa de autorização cobrada pela PF, que é de R$ 88, também será mantida.

O decreto de Bolsonaro vai facilitar a posse em algumas situações, como para moradores de regiões violentas. Contudo, não extingue a necessidade do atestado de capacidade técnica nem do laudo psicológico, pois as regras constam no Estatuto do Desarmamento, que só pode ser modificado pelo Congresso.

A idade mínima obrigatória, de 25 anos, e não ter antecedentes criminais também seguem na lista de exigências para ter uma arma de fogo.

Para baratear o preço da arma, a ideia do presidente é abrir o mercado. O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente e defensor da medida, se manifestou recentemente sobre o caso. Segundo ele, “dar acesso ao cidadão sem abrir o mercado nacional não faz sentido, vai permitir que apenas ricos tenham a legítima defesa e privilegia uma monopolista nacional de armas”. Com informações Notícias ao Minuto.

Ao desembarcar em Roma, Battisti será levado direto para prisão

Ao desembarcar hoje (14) em Roma, o terrorista Cesare Battisti, de 64 anos, será recebido pelos agentes do GOM, o grupo operativo móvel da polícia penitenciária da Itália, que o levarão para a prisão de Rebibbia, na capital italiana. Ele chegará ao Aeroporto de Ciampino. Várias autoridades do governo da Itália deverão estar presentes no momento da aterrissagem do avião, entre eles os ministros Alfonso Bonafede, da Justiça, e Matteo Salvini, do Interior. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Administração Prisional da Itália.

Salvini adiantou que pretende pedir ao primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, para apelar ao presidente da França, Emmanuel Macron, para extraditar cidadãos acusados pela Justiça italiana. “Vou pedir imediatamente ao presidente do Conselho de Conte para escrever ao presidente Macron que a França devolverá alguns delinquentes para nós.”

(Agência Brasil)

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