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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Morre Jackelyne da Silva, ginasta da seleção brasileira, aos 17 anos


A ginasta Jackelyne da Silva, de 17 anos, morreu na última quarta-feira, 16, segundo informações divulgadas pela Confederação Brasileira de Ginástica(CBG), em suas redes sociais. A atleta estava internada, mas o motivo da morte ainda não foi divulgado. Ela fazia parte do time de ginástica artística do Pinheiros e defendeu a seleção brasileira nas categorias juvenis.

“Recebemos com tristeza a notícia do falecimento da atleta de ginástica artística do clube do Pinheiros, Jackelyne da Silva. Nos solidarizamos com os familiares, amigos e técnicos. Ficam, agora, as boas recordações da ginasta fazendo o que mais amava”, comunicou a CBG, em uma publicação com um vídeo da atleta em uma competição.

A federação paulista de ginástica (FPG) também lamentou a morta de Jackelyne, em suas redes sociais. “A FPG quer expressar aos familiares, amigos e toda a comunidade da ginástica os seus sentimentos pela morte da ginasta Jackelyne da Silva, aos 17 anos. Ela era ginasta do Pinheiros e participava de competições da FPG. O céu ganhou mais uma estrela brilhante”.

O Esporte Clube Pinheiros, por meio de suas redes sociais, se solidarizou com a família da ginasta. “Jack, como era conhecida, fazia parte da equipe pinheirense desde 2010. Seu jeito brincalhão e sua alegria contagiavam todos que convivam com a atleta, dentro e fora dos treinamentos. Em quase 9 anos de convivência, ela fez parte de bons momentos da nossa equipe de Ginástica e o Clube acompanhou seu crescimento, como atleta e como pessoa. Solidário à dor de familiares e amigos, o Pinheiros está acompanhando e prestando todo o suporte possível nesse momento de despedida”, declarou o clube. Com informações Veja.com.

O jovem que vendeu o rim para comprar um iPhone e hoje vive preso a uma cama

Na época com 17 anos, Wang queria muito um iPhone, mas sem dinheiro para comprá-lo, decidiu vender um de seus rins.


Morador da província de Hunan, no sul da China, ele contatou uma rede ilegal de tráfico de órgãos sem que sua família suspeitasse.

Os traficantes ofereceram US$ 3 mil por um de seus rins. E Wang aceitou.

Disseram a ele que poderia viver tranquilamente com um rim só e fizeram a operação – cujas condições de higiene e cuidado estavam longe do ideal.Com o dinheiro, Wang comprou um iPhone e um iPad, mas pagou um preço alto.

Sua família só descobriu o caso por desconfiar da origem do dinheiro que ele usou pra comprar os objetos e notar que ele estava com problemas de saúde.

Seus pais denunciaram o caso à polícia, que prendeu nove pessoas e gerou um caso de repercussão internacional. Os médicos e traficantes foram condenados pela Justiça chinesa a penas entre 3 e 5 anos de prisão.

Mas apesar da condenação e da indenização de US$ 200 mil recebida pela família, as consequências da retirada do rim nunca poderão ser revertidas.

Na clínica ilegal em que Wang fez a cirurgia, ele contraiu uma infecção que levou à falência progressiva de seu único rim restante.

Segundo os jornais chineses Sohu e Oriental Daily, hoje ele depende de uma máquina de hemodiálise, precisa de assistência médica 24 horas por dia e mal consegue levantar da cama. Com informações BBC.



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