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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Renan Calheiros e Eduardo Girão trocam farpas nas redes sociais após ação no STF

O ex-presidente do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), foi ao Twitter, na tarde desta última quarta-feira (16), para disparar críticas contra o senador eleito pelo Ceará, Eduardo Girão (Pros). O cearense usou o mesmo espaço nas redes sociais para rebater o colega de parlamento.

Na publicação, o senador alagoano afirma que Girão, "a pedido de Tasso e a exemplo de Lasier", entra no STF "contra o Senado". O parlamentar diz ainda que o cearense é "ex-dono da Ultralimpo, Empal, Ceará, Thompson, Servis, que enganou mais de 40 mil empregados".

Renan encerra a publicação afirmando que Girão, que é empresário, "é o terceiro maior devedor da Previdência do Brasil e o maior do Ceará... e deportado dos EUA...", completa.

Também em sua conta no Twitter, Eduardo Girão rebateu o colega e prometeu acionar a justiça. "Renan ataca após acionarmos o STF para moralizar a eleição no Senado. Medidas judiciais serão tomadas contra calúnias dele. Vim à March For Life nos EUA, de onde ele disse que fui deportado. Sou independente e intimidações podiam até funcionar antes... Agora os tempos são outros!", escreveu.

Eleição no Senado

As críticas de Calheiros ocorrem dois dias depois que o senador eleito pelo Pros entrou com mandado de segurança no STF para impedir que se candidatem à presidência do Senado indiciados ou réus em processos na Suprema Corte.

No documento, Girão defendeu os princípios da moralidade e da probidade administrativa. "Foram princípios da moralidade e da probidade que me motivaram a entrar com mandato para resguardar a lisura de uma eleição tão importante", afirmou.

Renan Calheiros responde a denúncias por corrupção no STF, inclusive na condição de réu. A provocação ao Supremo será analisada pelo vice-presidente Luiz Fux. A eleição do presidente do Senado será feita após a posse dos novos senadores, prevista para 1º de fevereiro.

Casal de amantes fica 'engatado' em quarto de motel e vai parar na delegacia


Um casal teve que gritar por ajuda depois de ficar “engatado” em um quarto de motel em Kitale (Quênia). O homem e a mulher acabaram “colados” durante uma relação sexual. A polícia foi chamada ao local, contou o site “Nairobi News”.
A mulher é dona da casa em que o homem vive com a família em Lodwar (Quênia). Rotineiramente, ele faz viagens de negócios a Kitale, onde se encontra com a amante.
O médico John Dean afirmou à BBC que pênis e vagina podem ficam “plugados” em alguns casos raros.Os dois foram cobertos e levados ainda “presos” a uma delegacia de polícia, onde, após alguns minutos, acabaram se soltando.
“Os músculos pélvicos da mulher se contraem ritmicamente em um orgasmo. Durante essas contrações, o pênis pode ficar mais volumoso e acabar preso”, explicou ele.
Em um episódio assim, quando os músculos vaginais relaxam, o pênis pode ser liberado.
 Diário da Amazônia 

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