O Governador do Ceará, Camilo Santana (PT), confirmou o fechamento de 67 cadeias no Estado durante os últimos dias. A afirmação foi feita durante uma entrevista concedida a Globo News, na noite desta última quarta-feira (16).
De acordo com Camilo Santana, o fechamento das unidades prisionais foi decidido pelo secretário da Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque e contou com o apoio do Governo. "Eram cadeias precárias, concentrei na Região Metropolitana para ter mais controle sobre esses presos. Isso foi uma decisão do próprio secretário [da Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque]. Tenho tido todo o apoio do poder judiciário", disse.
O fechamento das cadeias do interior é realizado em meio a onda de ataques criminosos que acontece no Estado desde a noite do dia 2 de janeiro. Áudios que teriam sido compartilhados entre membros de facções, divulgados no último domingo (13),pelo programa Fantástico, indicam que presidiários comandavam os ataques ocorridos no Ceará.
Camilo também classificou as ações criminosas que acontecem no Estado como atos de terrorismo e defendeu uma mudança na legislação brasileira para tratar sobre o assunto. "Eu defendo que precisa de uma mudança. Até porque nesses atos, foi a primeira vez que se usou explosivos em ações no Ceará, bombas. Isso precisa ser tipificado como terrorismo. Precisa o Congresso Nacional rever uma série de leis, inclusive uma delas é essa, a lei antiterrorismo, que precisa tipificar esse tipo de ação como terrorismo", disse.
Até esta última quarta-feira (16), pelo menos 206 crimes como explosões de viadutos e pontes, incêndios a veículos e depredação de prédios públicos foram registrados no Estado. O número de presos ou apreendidos chega a 383 até às 17h desta última quarta, conforme balanço da Secretaria da Segurança.
De acordo com Camilo Santana, o fechamento das unidades prisionais foi decidido pelo secretário da Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque e contou com o apoio do Governo. "Eram cadeias precárias, concentrei na Região Metropolitana para ter mais controle sobre esses presos. Isso foi uma decisão do próprio secretário [da Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque]. Tenho tido todo o apoio do poder judiciário", disse.
O fechamento das cadeias do interior é realizado em meio a onda de ataques criminosos que acontece no Estado desde a noite do dia 2 de janeiro. Áudios que teriam sido compartilhados entre membros de facções, divulgados no último domingo (13),pelo programa Fantástico, indicam que presidiários comandavam os ataques ocorridos no Ceará.
Camilo também classificou as ações criminosas que acontecem no Estado como atos de terrorismo e defendeu uma mudança na legislação brasileira para tratar sobre o assunto. "Eu defendo que precisa de uma mudança. Até porque nesses atos, foi a primeira vez que se usou explosivos em ações no Ceará, bombas. Isso precisa ser tipificado como terrorismo. Precisa o Congresso Nacional rever uma série de leis, inclusive uma delas é essa, a lei antiterrorismo, que precisa tipificar esse tipo de ação como terrorismo", disse.
Até esta última quarta-feira (16), pelo menos 206 crimes como explosões de viadutos e pontes, incêndios a veículos e depredação de prédios públicos foram registrados no Estado. O número de presos ou apreendidos chega a 383 até às 17h desta última quarta, conforme balanço da Secretaria da Segurança.
Agência bancária é alvo de tiros e incêndio no Ceará

Uma agência do Banco do Brasil localizada na BR-116, no bairro Aerolândia, em Fortaleza, foi alvo de tiros e incêndio na madrugada desta quinta-feira, 17. O ataque ocorreu por volta de 00h40.
O incêndio foi confirmado pelo Corpo de Bombeiros, que controlou o fogo após ser acionado. Galão de gasolina e garrafas pet usadas pelos suspeitos foram deixadas no local.
Os vidros da agência foram quebrados por conta dos tiros. Ainda não há informações sobre a identificação dos suspeitos. Com informações do O Povo.
O incêndio foi confirmado pelo Corpo de Bombeiros, que controlou o fogo após ser acionado. Galão de gasolina e garrafas pet usadas pelos suspeitos foram deixadas no local.
Os vidros da agência foram quebrados por conta dos tiros. Ainda não há informações sobre a identificação dos suspeitos. Com informações do O Povo.

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