Fernanda Maria Pinheiro Pereira, de 55 anos, líder comunitária do bairro Prourb, em Maranguape, foi morta a tiros em uma rua da área, por volta das 7 horas da manhã desta segunda-feira (17). Segundo o delegado Francisco Baraúna, uma das linhas de investigação do crime é que a vítima tenha denunciado os autores de um assassinato ocorrido na área no dia 11 de dezembro.
Além de líder comunitária, Fernanda era orientadora social do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), visitando crianças e adultos em situação de rua e que vivem em áreas de risco.
O delegado Francisco Baraúna informou, ainda, que dois homens, envolvidos em outros homicídios, são suspeitos do assassinato de Fernanda. "O modus operandi deles nos faz crer que estamos no caminho", contou. Outras duas hipóteses são levantadas: a de que o trabalho de Fernanda, afastando crianças do tráfico de drogas tenha desagradado as facções, e ainda de que ela era de um bairro dominado por uma facção e se mudou para um local dominado por outra facção.
Ainda segundo Baraúna, uma das possibilidades de motivação do crime é de ela ter comentado com pessoas da comunidade os nomes dos responsáveis pelo assassinato de um anão, na semana passada. Porém, o delegado assegurou que essa é uma suspeita e que apenas as investigações podem ajudar a solucionar o caso.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a vítima foi socorrida por uma viatura da Polícia Militar para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Equipes da Perícia Forense do Ceará (Pefoce) e do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foram enviadas ao local para realizar os devidos procedimentos da ocorrência. As Polícias Militar e Civil estão em diligências para encontrar os suspeitos do crime. As investigações do caso estão a cargo da Delegacia Metropolitana de Maranguape.
Denúncias
A Polícia Civil informa que a população pode ajudar nas investigações, com informações que possam auxiliar a solucionar o caso. As denúncias podem ser feitas no número (85) 3101-2808, da Delegacia Metropolitana de Maranguape. O sigilo é garantido.Com informações do G1.
Além de líder comunitária, Fernanda era orientadora social do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), visitando crianças e adultos em situação de rua e que vivem em áreas de risco.
O delegado Francisco Baraúna informou, ainda, que dois homens, envolvidos em outros homicídios, são suspeitos do assassinato de Fernanda. "O modus operandi deles nos faz crer que estamos no caminho", contou. Outras duas hipóteses são levantadas: a de que o trabalho de Fernanda, afastando crianças do tráfico de drogas tenha desagradado as facções, e ainda de que ela era de um bairro dominado por uma facção e se mudou para um local dominado por outra facção.
Ainda segundo Baraúna, uma das possibilidades de motivação do crime é de ela ter comentado com pessoas da comunidade os nomes dos responsáveis pelo assassinato de um anão, na semana passada. Porém, o delegado assegurou que essa é uma suspeita e que apenas as investigações podem ajudar a solucionar o caso.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a vítima foi socorrida por uma viatura da Polícia Militar para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Equipes da Perícia Forense do Ceará (Pefoce) e do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foram enviadas ao local para realizar os devidos procedimentos da ocorrência. As Polícias Militar e Civil estão em diligências para encontrar os suspeitos do crime. As investigações do caso estão a cargo da Delegacia Metropolitana de Maranguape.
Denúncias
A Polícia Civil informa que a população pode ajudar nas investigações, com informações que possam auxiliar a solucionar o caso. As denúncias podem ser feitas no número (85) 3101-2808, da Delegacia Metropolitana de Maranguape. O sigilo é garantido.Com informações do G1.
Mascote Tutuba, do Ferroviário, foi morto por espancamento, aponta laudo médico
A morte de Ronierbson Gomes e Silva, de 36 anos, responsável por dar vida ao mascote Tutuba, nos jogos do Ferroviário, foi resultado de espancamento. A informação é do laudo médico do Instituto Dr. José Frota (IJF) fornecido ao Sistema Verdes Mares pela família, que acredita que policiais militares tenham sido os responsáveis pela agressão.
Segundo o documento médico, Ronierbson apresentou traumatismo cranioencefálico (TCE) e “lesão corto-contusa em couro cabeludo”. O quadro dele evoluiu para insuficiência renal oligúrica e parada cardiorrespiratória, com óbito constatado às 23h23 do dia 5 de novembro. O exame cadavérico expedido pela Perícia Forense (Pefoce), no último dia 11 de dezembro, também indica “edema cerebral leve”.
O laudo da Pefoce, contudo, indica que Ronierbson teria falecido “em virtude de acidente de carro”. Na madrugada daquela data, Tutuba voltava da comemoração do título da Taça Fares Lopes, conquistada pelo time, quando colidiu com um poste no bairro Cristo Redentor. Segundo testemunhas, ele saiu do veículo embriagado, mas sem sangramentos, e parou em uma pizzaria, onde pediu ajuda para falar com familiares.
As agressões teriam sido iniciadas por pessoas que estavam no estabelecimento. Uma viatura da Polícia Militar chegou em auxílio, mas Ronierbson teria negado a ajuda dos PMs. A partir daí, conforme as testemunhas, os oficiais começaram a agredi-lo com pontapés.
Versão da família
“Ele não foi agressivo, só pediu um telefone pra ligar pra esposa. Ele não desceu do carro com uma mancha de sangue. A gente tem fotos que provam isso. A tortura foi dos policiais. Foi muita ‘peia’. Arrastaram ele pela pista, espancaram muito, diziam ‘Que cachaça doida foi essa que tu tomou?’”, revela a tia de Ronierbson, Clarice Gomes.
A parente explica que um vizinho testemunhou que Tutuba ainda foi espancado na porta de casa, quando os militares foram deixá-lo. “Só quando ele não aguentava mais foi que ele se identificou: ‘Eu sou filho de policial e sou mascote Tutuba’. Foi quando parou a agressão”, conta Clarice Gomes. O espancamento também a hipótese mais plausível para a viúva Nivanda Ribeiro. Quando ele foi deixado em cada, por volta de 1h, ela não prestou atenção em alguns detalhes.
“Ele tava muito ensanguentado e na hora fiquei assustada. (Os policiais) chegaram dizendo que foi acidente de carro. Depois que eles saíram, eu e meu filho começamos a ver que o joelho dele tava inchado e ele tinha muitas marcas. Também vimos como tava o carro, e não tinha nada a ver”, explica. As informações foram repassadas pela família ao 7º Distrito Policial (DP), no bairro Pirambu.
Investigação
Em nota, a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) informa que foi instaurado inquérito policial na unidade para apurar as circunstâncias acerca da morte de Tutuba. “Oitivas e diligências estão em andamento, com o objetivo de esclarecer o ocorrido. O resultado do laudo cadavérico, que apresenta a causa do óbito, foi entregue à autoridade policial. Exames complementares estão em andamento e, ao serem concluídos, serão encaminhados à unidade da PCCE, para auxiliar nas investigações”, afirma o órgão.Com informações do Diário do Nordeste.
Segundo o documento médico, Ronierbson apresentou traumatismo cranioencefálico (TCE) e “lesão corto-contusa em couro cabeludo”. O quadro dele evoluiu para insuficiência renal oligúrica e parada cardiorrespiratória, com óbito constatado às 23h23 do dia 5 de novembro. O exame cadavérico expedido pela Perícia Forense (Pefoce), no último dia 11 de dezembro, também indica “edema cerebral leve”.
O laudo da Pefoce, contudo, indica que Ronierbson teria falecido “em virtude de acidente de carro”. Na madrugada daquela data, Tutuba voltava da comemoração do título da Taça Fares Lopes, conquistada pelo time, quando colidiu com um poste no bairro Cristo Redentor. Segundo testemunhas, ele saiu do veículo embriagado, mas sem sangramentos, e parou em uma pizzaria, onde pediu ajuda para falar com familiares.
As agressões teriam sido iniciadas por pessoas que estavam no estabelecimento. Uma viatura da Polícia Militar chegou em auxílio, mas Ronierbson teria negado a ajuda dos PMs. A partir daí, conforme as testemunhas, os oficiais começaram a agredi-lo com pontapés.
Versão da família
“Ele não foi agressivo, só pediu um telefone pra ligar pra esposa. Ele não desceu do carro com uma mancha de sangue. A gente tem fotos que provam isso. A tortura foi dos policiais. Foi muita ‘peia’. Arrastaram ele pela pista, espancaram muito, diziam ‘Que cachaça doida foi essa que tu tomou?’”, revela a tia de Ronierbson, Clarice Gomes.
A parente explica que um vizinho testemunhou que Tutuba ainda foi espancado na porta de casa, quando os militares foram deixá-lo. “Só quando ele não aguentava mais foi que ele se identificou: ‘Eu sou filho de policial e sou mascote Tutuba’. Foi quando parou a agressão”, conta Clarice Gomes. O espancamento também a hipótese mais plausível para a viúva Nivanda Ribeiro. Quando ele foi deixado em cada, por volta de 1h, ela não prestou atenção em alguns detalhes.
“Ele tava muito ensanguentado e na hora fiquei assustada. (Os policiais) chegaram dizendo que foi acidente de carro. Depois que eles saíram, eu e meu filho começamos a ver que o joelho dele tava inchado e ele tinha muitas marcas. Também vimos como tava o carro, e não tinha nada a ver”, explica. As informações foram repassadas pela família ao 7º Distrito Policial (DP), no bairro Pirambu.
Investigação
Em nota, a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) informa que foi instaurado inquérito policial na unidade para apurar as circunstâncias acerca da morte de Tutuba. “Oitivas e diligências estão em andamento, com o objetivo de esclarecer o ocorrido. O resultado do laudo cadavérico, que apresenta a causa do óbito, foi entregue à autoridade policial. Exames complementares estão em andamento e, ao serem concluídos, serão encaminhados à unidade da PCCE, para auxiliar nas investigações”, afirma o órgão.Com informações do Diário do Nordeste.
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