A polícia de Mato Grosso do Sul concluiu que a pecuarista Andreia Aquino Flores, de 38 anos, foi morta por duas funcionárias e um parente delas após recusar-se a realizar transferência de R$ 50 mil por Pix ao trio.
Andreia foi encontrada morta asfixiada no dia 28 de julho, na própria casa, em um condomínio de luxo de Campo Grande-MS. Após dias de investigação, foi descoberto que os responsáveis pela morte eram duas funcionárias da vítima - que são mãe e filha - e o cunhado de uma delas.
Lucimara Rosa Neves, de 43 anos, e Jéssica Neves Antunes, 24, confessaram a autoria do crime e foram presas. Elas indicaram que o cunhado de Lucimara, Pedro Ben Hur Ciardulo, 21, também havia participado do assassinato.
Segundo informações do g1, as criminosas que trabalhavam na casa de Andreia relataram que, no dia 28, Lucimara chegou a levar o cachorro da patroa para tomar banho em um pet shop, para que nada atrapalhasse o crime.
Naquela noite, Lucimara e Jéssica saíram para fazer compras em um atacadista, local no qual teriam sido sequestradas e obrigadas pelos supostos criminosos a levá-los de volta ao condomínio onde vivia Andreia.
No local, ainda de acordo com a primeira versão, as funcionárias teriam sido feitas reféns, enquanto a pecuarista foi assassinada após reagir ao assalto.
Verdade descoberta
A investigação, contudo, constatou que o suposto sequestrador era, na verdade, Pedro. Ao retornarem para o condomínio, ele teria exigido que Andreia fizesse um Pix de R$ 50 mil, ao que a pecuarista se negou. Ele ficaria com R$ 10 mil, mesmo valor de Jéssica, enquanto Lucimara ganharia R$ 30 mil.
Pedro, então, teria asfixiado a vítima até a morte. Andreia foi encontrada com diversos hematomas no rosto pela polícia.
Fonte: Yahoo Notícias
Menino de 8 anos mata cunhado com tiro acidental
Um menino de 8 anos matou com um tiro acidental o cunhado de 27 quando manuseava a arma dele, no início da noite desta segunda-feira (8), em Jacareí, no interior de São Paulo. O homem, que tinha licença de colecionador, atirador esportivo e caçador, o chamado CAC, tinha ido buscar seu filho de 5 anos e o menino, seu cunhado, em uma escola particular no bairro Jardim Leonídia.
A arma de fogo estava no banco traseiro do automóvel. As crianças entraram no carro, o menino pegou a arma, e ocorreu o disparo acidental.
A pistola estava carregada com 12 projéteis. A bala atingiu a cabeça da vítima, e, quando o socorro chegou, o homem já estava morto. Conforme a Polícia Civil, a documentação da arma estava em dia. O caso foi encaminhado à Delegacia Seccional de Polícia Civil, e a apuração será feita pelo 3º Distrito Policial. A ocorrência foi registrada como omissão de cautela e morte acidental.
A vítima, o corretor de imóveis Wanderson dos Santos, deixou mulher e dois filhos — além do menino de 5 anos, uma criança de 2. Seu corpo está sendo velado nesta terça-feira (9) em Jacareí.
De acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), em vigor desde 13 de julho de 1990, menores de 12 anos são considerados crianças e inimputáveis penalmente, ou seja, não podem sofrer nenhum tipo de penalidade. Medidas socioeducativas, como a internação na Fundação Casa, podem ser aplicadas apenas em adolescentes de 12 a 18 anos.
Conforme mostrou o Estadão, graças à política do governo de Jair Bolsonaro que facilitou a aquisição de armas, o total de CACs registrados no País saltou de 117.467, em 2018, para 673.818 neste ano. O número é superior ao de policiais militares da ativa que atuam no Brasil, de 406 mil, e supera o efetivo das Forças Armadas, de 360 mil soldados.
Fonte: R7


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