O cantor de forró, Alcymar Monteiro, está sendo criticado nas redes sociais após dar bronca nos músicos de sua banda, na apresentação que aconteceu no último fim de semana em Santa Terezinha, Pernambuco.
“Forró é simples. Para quem entornar isso aí hein? Isso não pode acontecer. Eu to falando porque não é a primeira vez que acontece isso (…) Aqui quem tem que aparecer sou eu, são 36 anos de luta. Eu dou essas broncas porque se não a coisa vira bagunça. Aqui quem tem que aparecer sou eu, o artista sou eu", disse o cantor no meio do show.
Logo após o episódio, todos os músicos da banda se demitiram. "É como nesta foto, juntos e unidos, que vinhemos comunicar nosso desligamento da Banda Forroteria, a qual acompanha o Artista @alcymarmonteiro @fasdoalcymarmonteiro. É com humildade, ensinamentos que nossos pais nos deu, dignidade, respeito ao próximo e profissionalismo. Saímos com a consciência limpa, erguida, fortes como sempre, para seguirmos nossos rumos, em busca de nossos sonhos. Agradecemos o apoio de nossos familiares, amigos que sempre estão torcendo pelo nosso sucesso, aos amigos que fizemos durante esse tempo juntos em viagens, aos que nos via tocando, que Deus vos abençoe sempre. Amamos a todos vocês", informaram.
Em seguida, Alcymar Monteiro se desculpou por sua fala e disse que está passando por muito estresse. "Olá, minha gente. Eu estou aqui para conversar com vocês a respeito do vídeo de 30 segundos do que aconteceu naquele momento. A nossa banda é uma banda maravilhosa e tem músico que faz parte dela que toca comigo há mais de 30 anos. Eu peço desculpas pelo que houve, não faz parte do meu eu, da minha personalidade. É muito estresse, é muita viagem, é muito show, é muito assédio e tem uma hora que a gente fica exausto. Estou aqui para pediu desculpas primeiro à minha banda e depois a meu púbico", explicou.
Fonte: R7
PF prende integrantes do PCC que queriam resgatar Marcola
Com base em informações sobre um possível plano de resgate de líderes de organização criminosa presos nas penitenciárias federais de Brasília e de Porto Velho (RO), a Polícia Federal (PF) e o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) deflagraram, nesta quarta-feira (10), a Operação Anjos da Guarda.
O desmantelo do plano de resgate conta com a participação de 80 policiais federais, que estão cumprindo 11 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal; nas cidades de Campo Grande e Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul; e nos municípios paulistas de São Paulo, Santos e Presidente Prudente.
Segundo a PF, o plano contava com uma rede de comunicação estabelecida com advogados, que extrapolavam suas atividades legais ao transmitir tanto as cobranças dos custodiados quanto o retorno de mensagens dos criminosos envolvidos no resgate.
Além da tentativa de resgate dos presos, o grupo pretendia implementar outras ações, como o sequestro de autoridades, na tentativa de viabilizar a soltura de criminosos.
– Para organizar as atividades ilícitas, os investigados se valiam dos atendimentos e das visitas em parlatório, usando como códigos para a comunicação situações jurídicas que, comprovadamente, não existiam de fato – informaram os investigadores.
Segundo a coluna Na Mira, do Metrópoles, entre os criminosos marcados para serem resgatados estava Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, que foi transferido de Brasília para a capital de Rondônia, Porto Velho, em março. A mulher dele, Cynthia Giglioli da Silva, é um dos alvos de busca e apreensão, em Alphaville.
*Agência Brasil


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