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quinta-feira, 18 de março de 2021

Para 54% dos brasileiros, gestão de Bolsonaro na pandemia é ruim ou péssima, aponta Datafolha


Uma pesquisa do Instituto Datafolha, publicada, nesta quarta-feira (17), aponta que, para 54% dos brasileiros, a atuação de Bolsonaro nas ações de combate à pandemia é ruim ou péssima. É o maior índice de rejeição do Chefe da Nação registrado desde o mês de março de 2020, quando começou a crise sanitária. Outro dado da pesquisa mostra que, entre os entrevistados, 43% apontam o presidente como o principal culpado pela fase aguda da pandemia.

Os governadores dos estados, que entraram na linha de frente para adoção de medidas que garantissem mais proteção à saúde da população, são vistos como culpados por 17% dos brasileiros, enquanto, para 9%, os responsáveis pela crise na saúde são dos prefeitos.

A rejeição é pouco maior em relação ao levantamento anterior – 48%, realizado nos dias 20 e 21 de janeiro, ficando, de acordo com os dados técnicos da pesquisa, dentro da margem de erro, que é de 2 pontos para mais ou para menos. Pelos números da nova pesquisa, apenas 22% dos entrevistados consideram a gestão ótima ou boa – o índice anterior era de 26%.


O percentual de brasileiros que consideram a administração regular era de 25% e, agora, ficou em 24%. De acordo com a pesquisa, 1% dos entrevistados não opinou. O Instituto Datafolha entrevistou, por telefone, 2.023 pessoas entre segunda (15) e terça-feira (16).

Fonte: Ceará Agora

Beneficiários do Bolsa Família receberão novo auxílio emergencial a partir de 16 de abril

 O pagamento do auxílio seguirá o cronograma normal do programa Bolsa Família

Além de beneficiários do Bolsa Família, também recebem o valor emergencial grupos como trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único

O Ministério da Cidadania informou, nesta terça-feira (13), que beneficiários do Bolsa Família começarão a receber a nova rodada do auxílio emergencial a partir do dia 16 de abril. O pagamento seguirá o cronograma normal do benefício, que varia de acordo com o final do Número de Inscrição Social (Nis).
A mesma sistemática foi utilizada na primeira etapa do auxílio, ao longo de 2020. Na segunda-feira (15), a pasta já havia informado que o novo auxílio começaria a ser pago no mês de abril, mas sem detalhar grupos.
Além de beneficiários do Bolsa Família, também recebem o valor emergencial grupos como trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único, mas em datas diferentes.
Apesar da Proposta de Emenda à Constituição Emergencial (PEC) ter sido promulgada na segunda (15), a MP (medida provisória) com regras, valores e calendário completo ainda não foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o que deve ser concluído nos próximos dias.

Auxílio emergencial em 2021

- R$ 250 seria o valor básico do novo auxílio emergencial

- Esse é o teto que a equipe econômica aceita pagar, mas a ideia é liberar valores maiores ou menores, conforme o perfil do beneficiário.

- Mães chefes de família receberiam R$ 375

- Solteiros sem filhos receberiam R$ 175

- Pagamento em 4 parcelas

- Os valores seriam pagos em março, abril, maio e junho; no entanto, o primeiro pagamento será em abril, o que faz com que se estenda, a princípio, até julho

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