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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Gésio Amadeu morre aos 73 anos após complicações da covid-19

Ator estava internado em um hospital em São Paulo desde o dia 8 de junho, quando foi tratar de hipertensão e contraiu o coronavírus
Ator estava internado desde o dia 8 de junho
Ator estava internado desde o dia 8 de junho
Morreu na tarde desta quarta-feira (5), aos 73 anos, em São Paulo, o ator Gésio Amadeu. Ele estava internado desde o dia 8 de junho no Hospital Sancta Maggiore, no bairro de Santa Cecília, na capital paulista. Na ocasião, ele foi tratar problemas de hipertensão e acabou contraindo a covid-19.No dia 13 de julho, o elenco de Chiquititas, novela juvenil do SBT, na qual o ator atuou, prestou uma homenagem ao artista. O ator era o intérprete de Tio Chico no folhetim.
Trajetória - Nascido em Conceição do Formoso, município de Santos Dumont, na microrregião de Juiz de Fora, Minas Gerais, Gésio começou a carreira ainda criança, aos 6 anos, cantando em coral de igreja. Aos 8, foi morar com uma família de libaneses. Completou o ensino fundamental, cumpriu serviço militar e, ao mudar-se para São Paulo, conheceu Bráulio Pedroso, autor da novela Beto Rockfeller, exibida pela extinta Tupi, que deu ao ator a primeira oportunidade na carreira. O ano era 1969.
Dos 20 aos 30 anos, além da Tupi, Gésio também trabalhou na Bandeirantes e na TV Cultura. Nessas três emissoras ele integrou novelas de sucesso como por exemplo Éramos Seis, O Direito de Nascer, e Os Imigrantes. Em 1982 entrou para a Rede Globo, na novela Sol de Verão, de Manoel Carlos. Na emissora carioca participou de dezenas de produções, destaque para as duas versões de Sinhá Moça (1986 e 2006), Terra Nostra (1999), Sítio do Pica-Pau Amarelo (2007) e sua última, Velho Chico (2016).No cinema, fez ao menos 14 filmes. No teatro, outras 34 produções, incluindo Eles Não Usam Black-Tie, A Moreninha, Macbeth, Gaiola das Loucas, Memórias Póstumas de Bras Cubas, entre outras.

MPF quer que pastor pague indenização por prometer cura da covid-19

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública contra o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, pastor Valdemiro Santiago, pela venda de sementes de feijão com a falsa promessa que curariam a covid-19. Na ação, é pedida uma indenização de R$ 300 mil por danos sociais e coletivos que teriam sido causados pela prática.Segundo o MPF, Valdemiro Santiago divulgou vídeos em que afirma que ao plantar os feijões as pessoas seriam curadas da doença causada pelo coronavírus. Os grãos eram vendidos, ainda de acordo com a promotoria, por valores que variavam de R$ 100 a R$ 1 mil.Em um trecho do vídeo, transcrito na ação, o pastor diz que laudos médicos comprovariam a eficácia dos feijões. “Você que me escuta aí e agora, cê viu na última reunião de bispos e pastores? Apresentando com exame, um laudo médico, de gente curada de coronavírus, em estado terminal né, podemos dizer assim… gravíssimo, num estado muito avançado e Deus operou e fez maravilhas… E tá ali o exame para quem quiser”, segundo transcrição de sua fala incluída na ação.Para o Ministério Público, Valdemiro Santiago abusou da fé das pessoas para conseguir dinheiro.

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