O Projeto de Lei 10719/18, do Senado, pretende permitir o parcelamento em até 12 vezes do seguro obrigatório de veículos automotores. O texto altera a Lei, que trata do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Seguro DPVAT).
O autor da proposta, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), diz que a ideia é diminuir o prejuízo financeiro dos proprietários de determinadas categorias de veículos. Para o senador, o parcelamento poderá reduzir a inadimplência, especialmente dos donos de motocicletas – que, proporcionalmente, possuem o maior custo em relação ao valor do veículo. Em 2018, automóveis pagaram R$ 45,72; motocicletas, R$ 185,50.
Segundo a Seguradora Líder, responsável pelo DPVAT, do total arrecadado junto aos donos de veículos automotores 45% são repassados ao Ministério da Saúde para o atendimento às vítimas de acidentes de trânsito; 5% são destinados ao Ministério das Cidades para programas de prevenção de acidentes de trânsito; e 50% vão para o pagamento das indenizações. São três tipos de cobertura: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares.
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
O autor da proposta, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), diz que a ideia é diminuir o prejuízo financeiro dos proprietários de determinadas categorias de veículos. Para o senador, o parcelamento poderá reduzir a inadimplência, especialmente dos donos de motocicletas – que, proporcionalmente, possuem o maior custo em relação ao valor do veículo. Em 2018, automóveis pagaram R$ 45,72; motocicletas, R$ 185,50.
Segundo a Seguradora Líder, responsável pelo DPVAT, do total arrecadado junto aos donos de veículos automotores 45% são repassados ao Ministério da Saúde para o atendimento às vítimas de acidentes de trânsito; 5% são destinados ao Ministério das Cidades para programas de prevenção de acidentes de trânsito; e 50% vão para o pagamento das indenizações. São três tipos de cobertura: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares.
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Caminhão é incendiado e criminosos tentam derrubar torre de telefonia na 14ª noite de ataques no Ceará
Criminosos incendiaram um caminhão e tentaram derrubar uma torre de telefonia em Fortaleza nesta terça-feira (15), 14ª noite seguida de uma série de ataques que atinge o Ceará desde o dia 2 de janeiro. Desde o início da onda de violência, foram confirmados 206 atentados em 46 dos 184 municípios do estado.
Os ataques começaram em Fortaleza, foram para a Região Metropolitana e também se espalharam por diversas cidades do interior do estado. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, 375 pessoas foram capturadas por envolvimento nos crimes.
O Ministério da Justiça confirmou que enviará um reforço de 355 agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para o estado. O governo do estado comunicou que convocará 1,2 mil policiais militares da reserva irão voltar às ruas para reforçar o combate aos ataques. Tropas da Força Nacional também seguem reforçando as ações no estado.
O caminhão foi incendiado por dois homens, que colocaram gasolina e atearam fogo no veículo em frente ao mercado do Bairro Carlito Pamplona. O crime ocorreu por volta de 23h30, segundo a polícia.
Os suspeitos ainda tentaram incendiar outros veículos que estavam próximos ao caminhão, mas a população local conseguiu impedir novos crimes e chamou a polícia. Os próprios moradores ajudaram a apagar as chamas. O veículo incendiado era usado para fazer a entrega de peixes.
Presos em torre
Por volta de 19h30, três homens foram presos suspeitos de tentar atacar uma torre de telefonia com bombas caseira (coquetel molotov) na Avenida Dioguinho, no Bairro Praia do Futuro, também na capital. Policiais que passavam próximo ao local perceberam a movimentação e conseguiram impedir a ação criminosa.
O trio foi levado para a Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), unidade que está investigando a sequência de ataques no Ceará. A polícia continua investigando se outra pessoa também estava participando desta ação.Com informações do G1 Ceará.
Os ataques começaram em Fortaleza, foram para a Região Metropolitana e também se espalharam por diversas cidades do interior do estado. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, 375 pessoas foram capturadas por envolvimento nos crimes.
O Ministério da Justiça confirmou que enviará um reforço de 355 agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para o estado. O governo do estado comunicou que convocará 1,2 mil policiais militares da reserva irão voltar às ruas para reforçar o combate aos ataques. Tropas da Força Nacional também seguem reforçando as ações no estado.
O caminhão foi incendiado por dois homens, que colocaram gasolina e atearam fogo no veículo em frente ao mercado do Bairro Carlito Pamplona. O crime ocorreu por volta de 23h30, segundo a polícia.
Os suspeitos ainda tentaram incendiar outros veículos que estavam próximos ao caminhão, mas a população local conseguiu impedir novos crimes e chamou a polícia. Os próprios moradores ajudaram a apagar as chamas. O veículo incendiado era usado para fazer a entrega de peixes.
Presos em torre
Por volta de 19h30, três homens foram presos suspeitos de tentar atacar uma torre de telefonia com bombas caseira (coquetel molotov) na Avenida Dioguinho, no Bairro Praia do Futuro, também na capital. Policiais que passavam próximo ao local perceberam a movimentação e conseguiram impedir a ação criminosa.
O trio foi levado para a Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), unidade que está investigando a sequência de ataques no Ceará. A polícia continua investigando se outra pessoa também estava participando desta ação.Com informações do G1 Ceará.

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